Categorias da (criticas da) economia politica

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RESENHA: CATEGORIAS DA (CRITICAS DA) ECONOMIA POLITICA
LIVRO EM QUE O CONTEXTO FOI ESTRAÍDO: ECONOMIA POLITICA – UMA INTRODUÇÃO CRÍTICA
AUTORES: JOSE PAULO NETTO E MARCELO BRAZ
EDITORA: CORTEZ
O texto foi dividido em cinco tópicos:
1 – Introdução Críticas da Economia Política
2 – A comunidade primitiva e o excedente econômico;
3 – Produção distributiva e consumo;
4 – O escravismo e ofeudalismo;
5 – A crise do feudalismo e a Revolução Burguesa.
O conteúdo extraído é composto por 22 páginas.













A Economia Política estuda as relações sociais que o homem estabelece na produção dos bens que asseguram a manutenção e a produção da vida social. A cerca de 40 mil anos surgiram na terra os primeiros grupos humanos, viveram em um regime social designado comocomunidade primitiva, pois os abrigos eram precários, alimentação obtinham através das coletas de vegetais, caça e pesca, eram pessoas nômades, mas com o passar do tempo os instrumentos foram se aperfeiçoando. No comunismo primitivo imperava a igualdade a distribuição do pouco que produzia era equitativa. As atividades eram repartidas os homens caçavam e as mulheres coletavam e preparavam os alimentos.Contudo passaram a domesticar os animais e surgiu a agricultura; outras comunidades que avançavam nessa direção logo se distinguiram das outras se dedicando ao pastoreio cultivo de terras, deixando o nomadismo tornando sedentários. Com isso começaram transformações como aperfeiçoamento dos instrumentos de trabalho, começaram há controlar o tempo, estações do ano para saber o intervalo entre umasemeadura e outra, vigiavam também a chuva para terem a irrigação natural. Estava surgindo então o excedente econômico: a comunidade produzia mais do que precisava. Aparece então à possibilidade de acumular os produtos do trabalho, surge à mercadoria e com ela o comércio que é um das primeiras formas de troca. E de outro lado abre a alternativa de explorar o trabalho humano. Então a comunidade sedivide entre os que produzem os bens e os que se apropriam dos bens excedentes. Quando a possibilidade de acumulação e exploração se torna efetivas a comunidade entra em dissolução sendo substituída pelo escravismo.
O surgimento do excedente econômico sinalizou um enorme desenvolvimento do processo do trabalho. A produção de bens realiza-se através do processo de trabalho, que envolve elementoscomo: os meios de trabalho: tudo aquilo de que vale o homem para trabalhar; os objetos de trabalho: tudo aquilo que incide o trabalho humano; a força de trabalho: trata-se de energia humana é utilizada para transformar os objetos de trabalho em bens úteis à satisfação de necessidades. O conjunto desses elementos designa-se por forças produtivas. Á medida que se desenvolve a capacidade produtiva dasociedade, instaura-se a divisão social do trabalho. A propriedade privada dos meios de produção fundamentais divide-os em dois grupos, com interesses antagônicos: os proprietários e o não proprietários dos meios de produção fundamentais. As forças produtivas tendem a um desenvolvimento cumulativo e intenso, as relações de produção modificam-se muito mais lentamente. Dois pontos, já estãosuficientemente esclarecidos no exame dos modos de produção. O primeiro diz respeito às suas leis de desenvolvimento "a Economia Política é a ciência das leis sociais da atividade econômica". As leis que regem a atividade econômica são distintas das leis que se referem à natureza. O segundo ponto refere-se à possibilidade de transformação estrutural e substantiva de um modo determinada basicamente pelafalta de correspondência entre as forças produtivas e as relações de produção. Em um texto célebre Marx refere-se a uma época da revolução social, um lapso temporalque configura a transição de um modo de produção a outro, havendo sempre um modo de produção dominante.
Isso posta nossa atenção à produção dos bens que atendem às necessidades individuais e coletivas dos membros da sociedade, não...
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