Capital e trabalho

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CAPITAL E TRABALHO
Rildo Barbosa tavares
Professor-Welington
Centro universitário Nilton Lins
Eng 024- Sociologia
03/12/2012

Resumo
O salário mínimo é o mais baixo valor de salário que os empregadores podem legalmente pagar aos seus funcionários pelo tempo e esforço gastos na produção de bens e serviços. Também é o menor valor pelo qual uma pessoa pode vender sua força de trabalho.Apesar de existir em praticamente todos os países do mundo, existem diversas opiniões sobre as vantagens e desvantagens do salário mínimo. Os defensores dizem que ele aumenta o nível de vida dos trabalhadores e reduz a pobreza. Os opositores dizem que, se for alto o suficiente para ser eficaz, ele aumenta o desemprego, especialmente entre os trabalhadores com pouca produtividade (devido àinexperiência ou deficiência), prejudicando assim os trabalhadores menos qualificados para o benefício dos mais qualificados.
Palavras-chaves: salario mínimo, trabalho, menor, desemprego, pobreza.

1. INTRODUÇÃO
Este trabalho tem como objetivo promover a discussão, sobre os vários motivos pelo qual no Brasil, existe uma desigualdade social tão grande uma vez que a renda arrecadada pelo país não condiz coma realidade econômica maioria da população, tornando o Brasil um país rico, porém com grande quantidade de pessoas pobres ou até miseráveis.
2.O SALÁRIO E A RENDA DO TRABALHADOR
Pelo menos metade dos 190 milhões de brasileiros tinha rendimento per capita de até R$ 375 em 2010, quantia inferior ao salário mínimo da época, de R$ 510. Ao passo que 25% da população total do país tinha rendimentomédio nominal mensal domiciliar per capita de até R$ 188. Os dados constam no Censo Demográfico 2010, divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o levantamento, metade dos 160 milhões de brasileiros residentes em zonas urbanas recebia, em média, até R$ 415, valor que caía para R$ 170 nas regiões rurais. Os dados sobre rendimento sãopreliminares. Consideram-se apenas pessoas e domicílios com declaração de rendimento positivo, excluindo aqueles sem renda ou declaração.
Os melhores níveis de rendimento domiciliar per capita foram verificados nos municípios dos Estados do sudeste e do sul do país. Entre eles, destaque para Florianópolis, que obteve a maior renda, de R$ 1.573. Metade da população dessa cidade recebia até R$ 900 em2010.

Vitória ficou em segundo lugar. A renda média na capital do Espírito Santo era de R$ 1.499, enquanto metade da população do município ganhava até R$ 755. Em 17 das 26 capitais brasileiras, o rendimento de 50% da população não atingia o valor do salário mínimo.
Levando-se em consideração os rendimentos domiciliares per capita médios, Macapá, Teresina, Manaus, Rio Branco, São Luiz, Maceió,Boa Vista e Belém representavam 40% do rendimento observado em Florianópolis.
Entre as capitais brasileiras, o menor rendimento médio domiciliar per capita, de R$ 631, foi verificado em Macapá, onde metade da população local recebe até R$ 316.
Segundo o Censo 2010, há discrepâncias entre as rendas de homens e mulheres. Em termos de rendimento total, que soma recursos como trabalho,aposentadoria, pensões e transferências, os homens recebiam, em média, 42% mais que as mulheres. Enquanto o primeiro grupo recebia R$ 1.395 o segundo ganhava R$ 984.
A diferença salarial entre homens e mulheres se intensificou em municípios de até 50 mil habitantes. Os homens recebiam, em média, R$ 903 contra R$ 615, uma diferença de 47%.
Em cidades com mais de 500 mil habitantes, a diferença entre mulherese homens era menor, mas ainda muito discrepante, de 40%. Nesses municípios, os homens recebiam, em média, R$ 1.985 e as mulheres, R$ 1.417.
A incidência de pobreza era maior nos municípios de 10 mil a 50 mil habitantes, apontou a pesquisa do IBGE. O estudo informou que, enquanto a proporção de pessoas que viviam com até R$ 70 de rendimento domiciliar per capita era, em média, 6,3% no Brasil,...
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