Brasil e ue

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  • Publicado : 17 de novembro de 2012
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Brasil e União Européia são parceiros estratégicos desde 2007, quando a UE reconheceu o Brasil como um dos seus principais interlocutores mundiais através da criação formal da parceria Estratégica UE-Brasil, as duas partes realizam reuniões anuais de Cúpula, focando os principais desafios globais, sendo um a crise financeira internacional que tem preocupado os principais blocos econômicosmundiais.

A União Europeia é um bloco econômico mais antigo, surgiu como alternativa encontrada pelos países europeus para evitar a existência de uma terceira Guerra Mundial em seus territórios. Como as duas primeiras guerras mundiais aconteceram em solos europeus, o bloco buscava evitar o novo confronto. Assim, surge um bloco com a união de países de todas as partes do continente numa parceriaeconômica e política entre 27 nações.
A união destes países tem o objetivo de promoverem o livre comércio e a livre circulação de pessoas entre os membros do bloco. Essa união tem avançado no sentido da defesa de democracia com a criação do exército europeu e da criação de uma moeda única (EURO), combinado com a criação do Banco Central Europeu. Toda organização visa garantir maior lucratividade entreas empresas europeias que aumentaram substancialmente a lucratividade nesse período.
Na medida em que ampliou o mercado consumidor, com união de 27 países, aumentou, também, a produção industrial e agrícola e o comércio. Em teoria, todos os países são beneficiados com esse modelo de organização econômica, pois as empresas aumentam o leque de mercado. Entretanto, não é essa a realidade existenteno continente. A crise econômica mundial aprofundou os problemas, que já existiam, a níveis insuportáveis, principalmente nos países considerados PIIGS, sigla criada para ressaltar o grupo de países da União Europeia que estão enfrentando atualmente sérios problemas financeiros, econômicos e sociais: Portugal, Islândia, Irlanda, Grécia, Espanha e os países Bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia).A crise econômica mundial de 2008 obrigou os Governos, em todo mundo, a adotarem política fiscal para amparar a economia nacional. Entretanto, nos PIIGS isso não aconteceu. Seguradoras como Allianz puseram somas consideráveis em empréstimos governamentais aos países PIIGS, que perdem seu valor rapidamente a partir da queda das bolsas de valores. Portanto, os países endividaram-se, perderam tododinheiro durante a crise e comprometeram todo PIB no pagamento de Juros da Dívida Pública. Tal situação está resultando em mais arrocho fiscal contra a população para honrar os compromissos financeiros, sem melhoria das políticas públicas.

A dimensão e o crescimento no mercado brasileiro fizeram com que os países estrangeiros voltassem suas estratégias para o Brasil em busca de retorno financeiroe proteção contra a crise que afeta o bloco econômico.
A forte entrada de recursos externos no país, principalmente da Europa esta ligada diretamente ao bom desempenho da economia brasileira, onde as indústrias seguem atraindo estes investidores, assim aproximou o governo brasileiro de outros países emergentes, como a Rússia, Índia, China e África do sul, na busca pela diversificação dasparcerias internacionais, aliada à crise financeira e social na Europa, leva muitos a perguntarem se a UE ainda é um sócio viável, ou se o ideal seria privilegiar o diálogo com determinados países da União.

Vistos alguns importantes conceitos para melhor compreensão do tema, passa-se, adiante, ao estudo dos principais fatores que influenciam cada vez mais o aumento de investimento estrangeiro nospaíses hospedeiros, sobretudo naqueles ainda em estágio de desenvolvimento. Nesse aspecto, merece destaque a lição que enumera como principais fatores, os seguintes:

a) partida para o exterior à procura de mão-de-obra mais barata;
b) procura em controlar mercados, a fim de facilitar as exportações;
c) controle das fontes de fornecimento de matérias-primas;
d) evitar a concorrência das...
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