Brasil colonial

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BRASIL COLONIAL 1500 – 1822
A Expansão Marítima ➔ Europa do século XV: transição para a Idade Moderna; emergência de mentalidade humanista; antropocentrismo; centralização política (Estado Absolutista); crescimento demográfico; desafios para o renascimento comercial: escassez de metais preciosos; intermediários árabes no comércio com o Oriente. Saída encontrada: navegações; explorar novasregiões.
➔ Navegações Portuguesas: ➔ Por que Portugal foi pioneiro? ➔ Longa experiência no comércio de longa distância;

posição geográfica; reino unificado precocemente; técnicas de navegação; investimentos genoveses e venezianos. ➔ Buscavam ouro e especiarias. ➔ Lento processo de navegação pela costa africana; feitorias; ocupação de ilhas do Atlântico. ➔ Tratado de Tordesilhas em 1494. ➔ Procura deuma rota para a Índia; “achamento” do Brasil em 1500.

Período Inicial da Colônia (1500-1549) ➔ Inicialmente (até 1530): desinteresse; feitorias no litoral; pau-brasil; escambo. ➔ Índios: tupis-guaranis e tapuias; vitimados por doenças. ➔ Pirataria; território ameaçado; expedições guarda-costas; expedição de Martim Afonso (1530); necessidade de efetiva ocupação da terra. ➔ CapitaniasHereditárias (1534): fracasso. Exceções: São Vicente e Pernambuco. Capitanias Hereditárias: intransferíveis; sistema colonizador descentralizado; capital privado; concedidas mediante Carta de Doação Foral O Governo Geral e a Consolidação da Colonização ➔ Passo importante na organização administrativa da Colônia.

Vestibular Cidadão – Professor Eduardo F. Sallenave
➔ Tomé de Souza (1549-1553), primeirogovernador geral; primeiros

jesuítas; fundação de Salvador, capital.
➔ Duarte da Costa (1553-1556): ocupação da Guanabara pelos franceses;

França Antártica → contexto de guerras religiosas na Europa (huguenotes x católicos). ➔ Mem de Sá (1558-1572): expulsão dos franceses.
➔ Estrutura Administrativa: ➔ Governador Geral → representante máximo da Coroa no

Brasil. Donatários → poder regional.Justiça: Tribunais da Relação; ouvidor-mor. Fazenda: Junta da Fazenda; provedor-mor. Defesa: tropas regulares e milícias; capitão-mor. Câmaras Municipais → poder local; participavam apenas os “homens bons”. ➔ Estado e Igreja: padroado real; subordinação da Igreja à Coroa lusa. ➔ Estado patrimonialista → indefinição da esfera pública e privada.
➔ ➔ ➔ ➔ ➔

Atenção! Apesar do aparelhoadministrativo, havia limitações da autoridade real: lentidão das comunicações; choques entre as autoridades coloniais (sobreposição de poderes); ordens religiosas muito autônomas (Estado dentro do Estado).
➔ Estrutura Econômica: ➔ Características Gerais: ➔ Grande propriedade (latifúndio) Plantation ➔ Monocultura ➔ Produção voltada para exportação ➔ Mão de obra escrava (negra e indígena) ➔ Mão de Obra: ➔Por que optar pelo trabalho compulsório? ➔ Não havia oferta de trabalhadores dispostos

a emigrar. ➔ O trabalho assalariado não era conveniente para os fins da colonização. ➔ O tráfico de escravos tornou-se lucrativa atividade econômica. ➔ Índios e Negros: por que a opção pelo africano? ➔ Oposição da Igreja à escravidão indígena Houve uma passagem (daí o conflito entre colonos e jesuítas). da mãode obra índia ➔ Leis da Coroa contra a escravidão indígena para negra que variou (muitas vezes letra morta). no tempo e espaço. Em ➔ Já se utilizavam escravos africanos nas ilhas SP foi mais tardia; nos do Atlântico. núcleos açucareiros, ➔ Racismo: negro visto como racialmente mais rápida. inferior. ➔ Doenças vitimavam os índios. ➔ A produtividade dos cativos africanos era maior: já trabalhavamcom agricultura intensiva, pecuária e metais.

Vestibular Cidadão – Professor Eduardo F. Sallenave

➔ Mercantilismo e Exclusivo Colonial: ➔ Mercantilismo: prática e

lógica econômica dos Estados europeus entre os séc. XV – XVIII. Balança comercial favorável: conseguir metais preciosos e retê-los. O ganho de um Estado é o prejuízo do outro. Ampla intervenção do Estado na economia:...
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