Bens depredados

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Bens depredados |
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SUMÀRIO
1. BENS DEPREDADOS

2.1. MUNICIPAL
2.2. Passeio Público e Praça dos Leões
2.3. Estátua de Iracema
2.4. Teatro São José

2. ESTADUAL
3.5. Açude Cedro
3.6. Arco do Triunfo em Sobral

3. FEDERAL
4.7. Monumentos e obras de arte em Salvador
4.8. Sítiosarqueológicos

4. IMAGEM DE UM POVO

1. BENS DEPREDADOS
A ação dos vândalos que picham, depredam e ou se apropriam de peças do patrimônio histórico, artístico e cultural como esculturas; bustos; estátuas e monumentos e suas identificações com a finalidade de retirada de material (ferro, bronze ou cobre) para comercializar em sucatas cresce nos logradouros públicos da cidade.
Compete àPrefeitura manter a guarda e a preservação dos bens públicos, que está a cargo das Secretarias Executivas Regionais e Guarda Municipal. O Estado, por meio da Secretaria de Cultura (Secult), possui coordenadoria que integra o conselho de preservação do patrimônio cultural. O poder público federal, representado no Estado pela Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional(Iphan), é um órgão normatizador que também tem a incumbência de efetuar o trabalho de restauro de peças danificadas e que estejam tombadas pelo órgão.

2. MUNICIPAL
3.1. PASSEIO PÚBLICO E PRAÇA DOS LEÕES
Entre os locais que não escaparam do vandalismo estão dois dos mais importantes marcos da história de Fortaleza: o Passeio Público (Praça dos Mártires) e Praça General Tibúrcio(Praça dos Leões).
O Passeio Público, localizado no trajeto das ruas Barão do Rio Branco, Dr. João Moreira e Floriano Peixoto, tombado pelo Iphan, situado numa área de 10 mil metros quadrados, contém bustos e estátuas de figuras ilustres, como Barão de Studart, Delmiro de Gouveia e Dr. José Frota. Peças em homenagem à mitologia grega, como Apolo e Afrodite também são encontradas. Alguns desses bensencontram-se depredados sem as placas identificativas, como a de Delmiro Gouveia. Outros bustos simplesmente desapareceram, só restando a coluna de sustentação, e ninguém sabe explicar o que aconteceu.
A Praça dos Leões, ocupando uma área de 12.757 metros quadrados, reúne o que há de mais expressivo em termos da coleção da arquitetura da capital cearense. Apesar da importância deste logradouro,que possui equipamentos tombados pela União, Estado e Município, não existe segurança em sua área. Na praça, além da sujeira sobre o piso, os bancos servem de dormitórios para moradores de rua. As pichações começam na Rua Sena Madureira, seguem pelos monumentos da praça e vão até as paredes da sede da Academia Cearense de Letras. A estátua da escritora Rachel de Queiroz teve os óculos furtados eparte das esculturas de ferro fundido. E, à noite, quem passa pelo local usa o coreto da praça para fazer as necessidades fisiológicas.
“Eles vêm de bicicleta, picham e quando a polícia chega já tem se evadido”, diz o representante da Associação dos Defensores de Livros. A praça serve de sede para a feira de livros usados e os usuários estão insatisfeitos com os danos na estrutura do espaço.Quanto à reparação, a informação é de que existe um contrato de manutenção que cumpre um calendário anual. A praçadeve ser pintada, mas segundo a secretaria, existem locais em piores condições que são prioridades diante dos critérios de avaliação do município.
Combate
A Prefeitura de Fortaleza informou por meio da Secretaria do Centro, que câmeras estão sendo instaladas em várias praças e locaispúblicos do Centro de Fortaleza para intensificar a fiscalização..
A coordenadoria operacional da Guarda Municipal reconhece que faltam condições para a obtenção de melhores resultados no combate aos vândalos. "Não temos efetivo suficiente para cobrir a grande quantidade de praças que contêm bens culturais, e alguns locais ficam à descoberta. Trabalhamos com um pelotão de 80 guardas que são...
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