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O poder nas Organizações
Um paradigma interpretativo

Paradigma

a. O poder é um conceito crítico para quem se Interessa pela análise organizacional. b. O conceito de organização não existe sem relações de poder.

Conceitos fundamentais

(B. Russell)

Na física

Nas ciências sociais

A energia

O poder

Conceito polémico: exemplo (Clegg, 2005: 372)
Estruturasorganizacionais
Sociologia São de dominação; radical Servem interesses Marx/Weber particulares Teorias da gestão

Poder

.Está nas estruturas; é dominação .Está nos agentes

A estrutura(autoridade) .Não é considerado é funcional, legítima, .Acções fora das formal; não dominação estruturas legítimas; ameaça objectivos organizacionais

Modelos unitários e pluralistas
Gestão Unitários Funcionalistas T.sistemas; contingenciais ERH… modelos racionalistas modelos tecnocratas Imperativo do mercado

Pluralistas

Teoria agencia Modelos accionistas-actores estratégicos Modelos políticos

Modelos unitários

-Modelos racionalistas

imperativo racional

-Modelos sistémicos, orgânicos

determinismo ambiental

Ênfase na eficiência, eficácia, adaptação ao meio

Modelo unitário
«Há uma“equipa”, onde todos remam para o mesmo lado, para o mesmo fim, bom para todos, comandados e coordenados por uma autoridade que aceitam, porque autoridade é necessária, neutra e legítima» «Todos pensam e querem o mesmo»

a. Há esforços cooperativos; há plena congruência de objectivos b. A não cooperação é patológica (Chester Barnard) Os executivos têm um papel «doutrinador»

P: Concorda com esteretrato da organização?

Modelo unitário
Na agenda tecnocrática e gerencialista hiper-racional:

Não existe decisão política: identifica-se a identifica«escolha óptima» e os «meios óptimos» (Licínio, 2002,70)

Na empresa tudo é racional, científico, técnico, rigoroso, impessoal, desinteressado, orientado para a missãoe os objectivo da organização

Modelo unitário
Organizaçõesutilitárias (empresas)

despolitizadas

Subordinadas ao «princípio de realidade»

o mercado

Síntese do modelo unitário
• Organização como um todo unificado e coerente
• • • • Apenas existe a autoridade formal legítima; não o poder Todos pensam, sentem e querem o mesmo Há acordo sobre os objectivos e os meios Decisões na base de informação rigorosa

Grupos-departamentos Não há conflito deinteresses entre Indivíduos “principal” e “agente”

Modelo pluralista

Modelo pluralista—político

Reflexão
Entre accionistas e administradores/gestores P. Há completo acordo sobre o que fazer? P: Existe conflito de interesses: lucro/prémios? P: Os administradores devem ser controlados?

Teoria económica da agencia
a. Preferências divergentes b. Indivíduos auto-interessados e competitivosc. Incertezas (técnicas, financeiras…) d. Limitada informação sobre os agentes e. Comportamentos oportunistas dos agentes P. O que deverá fazer o principal?

Teoria económica da agencia
a. Os interesses do principal e do agente normalmente
divergem b. O agente pode ter comportamentos oportunistas c. O principal não pode monitorar perfeitamente e a baixo custo as acções dos agentes d. Oprincipal não pode adquirir, perfeitamente e a baixo custo, a informação possuída pelos agentes

Reflexão: crise no mundo financeiro
Nas empresas falidas os executivos receberam «milhões» em prémios! Resultados falseados…!

Conflito de interesses a. Entre Principais (accionistas) e agentes (executivos) b. Entre objectivos de curto prazo e de longo prazo c. Entre objectivos individuais, grupais eda organização

Modelo político
O modelo político de organização supõe objectivos não consensuais e a luta pela afirmação de interesses individuais e de grupo (Licínio, 2002, 23)

ENFASE Na acção dos indivíduos, nos seus interesses, nas suas estratégias, nos sistemas de acção concretos

Modelo pluralista-político
Organização
• • • • Pluralidade de visões sobre o que é melhor para a...
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