Bastardos em glorios

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  • Publicado : 30 de junho de 2012
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Em primeiro lugar, preciso elogiar o diretor, ele teve o dom de criar uma estória divertida em cima de um tema delicado: o Nazismo. É uma pena que tenha sido apenas isso,divertido, assim como eu achei o primeiro filme do Quarteto Fantástico. Apesar de ser um filme de Tarantino, este foi feito com o propósito de ser um filme padrão americano, onde o finalé sempre o mais feliz possível e todos os vilões são castigados. Só que quando Quentin está gravando, este final feliz pode ficar muuuito sangrento.


Anão nazista
Em segundolugar, tenho que elogiar as interpretações, protagonistas e vilões estavam excelentes, disso não tenho do que me queixar. Agora eu explico o que quis dizer no segundo parágrafosobre os vilões. Quanto mais alta a patente, mais imbecil; e não é apenas burro, é retardado mesmo. Hitler é retratado como um anão fanfarrão e Goebbels, como um estudante depublicidade, de 1º período de faculdade particular, conceito 1, com mensalidade paga pela avó! Não havia vida inteligente no 3º Reich. Assim ficou muito fácil, com tremendos imbecis nopoder, não sei como o Füher conseguiu sequer conquistar a Áustria. Seria mais fácil Mussoline ter conquistado a Alemanha inteira.

No exército alemão, nos escalões mais baixos,por sorte nossa, existiam os capangas, digo capangas porque eles recebiam ordens deste patético alto comando. Preste atenção neles, onde aparecem, roubam a cena. Este é opessoal, que verdadeiramente inferniza os protagonistas do filme, destaque para Hans Landa (Christoph Waltz), a alma da película, se este personagem não tivesse existido, me sentiria nodireito de pegar o meu dinheiro de volta. Opa! Mas não se desespere, o antagonista principal possuía um jeitinho gay, que deixava evidente que ele não poderia ser um dos “heróis”.
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