Aujeski

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 9 (2005 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 25 de novembro de 2011
Ler documento completo
Amostra do texto
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Doenças de suínos: experiência no controle da enfermidade de
Nelson Morés

35º Conbravet - 19 - 22/10/2008 - Gramado, RS

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Situação da DA em SC o final do ano 2000
• Primeiro foco na suínocultura industrial em 1982, após tornou-se de endêmica, porém com ocorrência crescente, mas nãodisseminada. • Vacinação permitida, mas controlada pelo Mapa (No Brasil só é permitido uso de vacina deletada para gE ou g1). • Impacto econômico anual para SC, na época estimado em R$ 931.224,00 (perdas em produtividade e custos com vacinas).

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

• Proibição para comércio de reprodutores (IN 19 do MAPA).

Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento

• Barreira para exportação.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Importância econômica

• Impacto econômico anual para Santa Catarina estimado em R$ 931.224,00, apenas em perdas na produtividade e custos com vacinas)

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Projeto de Erradicação da Doença de Aujeszky para Santa Catarina
Em 2000 e2001 foram realizados vários seminários e reuniões com parceiros para planejar a execução do projeto.

Projeto iniciado em fevereiro/2002 e encerrado em Junho/2005

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Instituições envolvidas no projeto
1. Coordenação - EMBRAPA - Nelson Morés 2. Realização das sorologia – EMBRAPA, CEDISA 3. Legislação para DA – Ministério da Agricultura eSecretaria Estadual de Agricultura 4. Vigilância epidemiológica – CIDASC 5. Educação sanitária – CIDASC, EMBRAPA, (elaboração de folders, palestras, etc...) 6. Visita de especialistas às granjas – EMBRAPA, CIDASC, 7. Atividades operacionais no campo–Agroindústrias, CIDASC 8. Viabilização dos recursos financeiros para execução do programa – AINCADESC, ACCS, EMBRAPA 9. Administração das indenizações –ACCS/EMBRAPA

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Vírus da Doença de Aujeszky:
Etiologia: Herpesvirus

Proteínas associadas DNA (linear, cadeia dupla) Núcleo Capsideo Tegumento Bicamada lipidica Espículas(glicoproteinas) Envelope Ex. gE, gK Vacinas deletadas 150-180 nm

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Epidemiologia
• Suídeos = reservatórionatural, o vírus estabelece latência e a doença pode se apresentar sob forma subclinica.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Diagnóstico
1. De situações clínicas; - histopatológico - confirmação pelo isolamento do vírus
Materiais: encéfalo, pulmão e amígdalas

2. Infecção subclínica/latente: - sorológico: - rebanhos não vacinados: Elisa convencional - rebanhos vacinados: Elisapara gE - Isolamento do agente ou PCR do trigeminal e amígdala

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Como uma granja se infecta:
• Principal: Compra de suínos portadores sadios (forma latente).

Não-infectado

Portador sadio

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Como uma granja se infecta:
• Ruminantes, felinos e caninos atuam como hospedeiros finaispois a doença é letal.

?

Transmissores importantes

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Como uma granja se infecta:
• Pelo sêmen contaminado

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Como uma granja se infecta:
• Pelo ar: curtas distâncias (500 m?)

500 m

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Como uma granja se infecta:Estrutura de biossegurança

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Epidemiologia
• Vetores: Felinos, caninos, humanos, insetos, roedores, veículos.

Informações importantes sobre resistência do vírus da DA
 A inativação do vírus da DA é rápida (quase instantânea) quando exposto a condições de ressecamento na presença de raios solares.  Sobrevive por 7 horas no ar com umidade...
tracking img