Atps psicologia do 3° semestre assitente social

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UNIDERP INTERATIVA –PÓLO TENIR



ATPS PSICOLOGIA SOCIAL

CORUMBÁ –MS
ABRIL 2012
UNIDERP INTERATIVA – PÓLO TENIR


ATPS PSICOLOGIA SOCIAL

Elaborado ATPS (Atividades praticas supervisionadas) como exigência da disciplina de Psicologia social, Realizado entres os alunos do 3° semestre noturno de Serviço Social do Centro Universitário Anhanguera Pólo Tenir de Corumbá MS, comapoio da professora local Jacqueline Graça.

CORUMBÁ – MS
ABRIL 2012

"A moral e os costumes que dão cor à vida, têm muito maior importância do que as leis, que são apenas umas das suas manifestações. A lei toca-nos por certos pontos, mas os costumes cercam-nos por todos os lados, e enchem a sociedade com o ar que respiramos." Fernando Braga da Costa (Psicólogo).

ETAPA 1
A humilhação socialconhece é uma desigualdade de classes ,trata-se de um fenômeno ao mesmo tempo psicológico e político. O humilhado atravessa uma situação de impedimento para sua humanidade, uma situação reconhecível nele mesmo – em seu corpo e gestos, em sua imaginação e em sua voz – e também reconhecível em seu mundo – em seu trabalho e em seu bairro.
Neste artigo se destacaram alguns tipos dehumilhação social entre eles :onde fala dos moradores de bairros pobres , as pessoas que vivem nesses bairros não tendo condições de ter uma moradia melhor, e até mesmo a alimentação que sempre esta faltando alguma coisa cita o exemplo que. A cozinheira, quando não está simplesmente sem comida, ressente-se da falta de panelas ou condimentos. A educação das crianças ressente-se da falta de cadernose livros. O trabalhador impedido cita exemplo de pessoas que vão tentar a vida em outras cidades e lá se deparam com a difícil barreira de viver longe do apoio familiar, e senão trabalha não tem dinheiro para manter-se e para sua alimentação.
Os ambientes que fazem para diversão nunca pensam em comodidade da população. para os pobres, os ambientes urbanos, se não revelam suficientemente o seudesastre ecológico, revelam facilmente o seu caráter excludente, impulsivo. Para o que se beneficia de privilégios, pode não ser perceptível que os espaços citadinos, para o humilhado, carregam um sofrimento político corrosivo: são espaços imantados pelo poder de segregar, pelo poder de sempre atualizar a desigualdade de classes.
As desigualdades é uma humilhação presenciada a cada dia cita oexemplo de uma empregada domestica que quando chega em seu trabalho e tem que entrar pelas portas do fundos e essa esta em companhia de seu filho o constrangimento que ela passa diante dessa situação, mas isso é uma situação comum é o que presenciamos em nosso cotidiano.
A humilhação é uma angústia que se dispara a partir do enigma da desigualdade de classes. Angústia que os pobres conhecem bem eque, entre eles, inscreve-se no núcleo de sua submissão. Os pobres sofrem freqüentemente o impacto dos maus tratos. Psicologicamente, sofrem continuamente o impacto de uma mensagem estranha, misteriosa: "vocês são inferiores". E, o que é profundamente grave: a mensagem passa a ser esperada, mesmo nas circunstâncias em que, para nós outros, observadores externos, não pareceria razoável esperá-la.Para os pobres, a humilhação ou é uma realidade em ato ou é freqüentemente sentida como uma realidade iminente, sempre a espreitar-lhes, onde quer que estejam, com quem quer que estejam. O sentimento de não possuírem direitos, de parecerem desprezíveis e repugnantes, torna-se-lhes compulsivo: movem-se e falam, quando falam, como seres que ninguém vê.
ETAPA 2
A invisibilidade social tem comoprincipal fator de origem as crenças na menos valia, e de que o outro é uma ferramenta para ser usada, onde não é visto como um ser emocional, pensante e ativo, que exerce seu poder como fator decisivo em realidades menores e maiores no contexto pessoal, familiar, social, mundial, universal, ecológico e quântico. A invisibilidade social atende um propósito: mascarar as feridas de quem acha que não...
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