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January - March 2003

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Triatominae (Hemiptera: Reduviidae): Systematic Questions and Some Others
CARL W. SCHAEFER
Dept. Ecology and Evolutionary Biology, University of Connecticut, U-3043, Storrs CT, 06269-3043, USA e-mail: schaefer@uconnvm.uconn.edu Neotropical Entomology 32(1):001-010 (2003)

Triatominae (Hemiptera: Reduviidae): Questões Sistemáticas e Algumas Outras
RESUMO- Os vetores da doença de Chagas são classificados como membros dos reduviídeos da subfamília Triatominae. Entretanto, essa classificação tem sido referida como incorreta por alguns autores, que consideram que alguns (ou todos?) os grupos de Triatominae têm diferentes ancestrais nãotriatomíneos. Neste artigo essa questão é discutida amplamente e outras questões relacionadas ao tema são tambémlevantadas, em particular a posição sistemática de Linshcosteus, o único gênero de Triatominae que ocorre fora do Novo Mundo (na Índia). Outro exemplo é o fato de diversas espécies e populações terem derivado da espécie tropical Triatoma rubrofasciata (De Geer). A resposta a essas questões - se os triatomíneos têm mais de um ancestral não-triatomíneo e, portanto, seriam filogeneticamente distantes -não tem apenas interesse acadêmico. É impossível generalizar para todos os grupos o que é conhecido apenas para um grupo, e isso pode prevenir o controle desses vetores de doenças. Portanto, é literalmente vital determinar se Triatominae é um grupo holofilético e, se não, quais grupos classificados como triatomíneos são relacionados entre si. Essa determinação poderá ser feita através da análisecladística dos generos atualmente incluídos em Triatominae. Alguns comentários sobre cladística são apresentados em um Apêndice. PALAVRAS-CHAVE: Doença de Chagas, Trypanosoma cruzi, Rhodnius, Linshcosteus, cladística ABSTRACT - The Neotropical Chagas’ disease vectors are classified as members of the reduviid subfamily Triatominae. However, this classification has been suggested to be incorrect, andthe suggestion has been treated as fact by some authors; the suggestion is that some (all?) groups in Triatominae had different nontriatomine reduviid ancestors. In this article I raise this question explicitly and ask other questions ancillary to it. I do not answer these questions. Of particular interest is the systematic position of Linshcosteus, the only genus of Triatominae all of whosespecies occur outside the New World (in India). Related to this question is that of the origin(s) of the several species and populations probably derived from the tropicopolitan Triatoma rubrofasciata (De Geer). Answering these questions is of more than academic interest, for if triatomines had more than one nontriatomine ancestor, and therefore are not phylogenetically close, it is impossible togeneralize what is known about one group to others, and this inability may hinder control of these disease vectors. It is therefore vital (literally!) to determine if Triatominae is a holophyletic group and, if not, to determine which groups now classified as triatomines are related to which others. This determination may best be accomplished with a cladistic analysis of the genera now included inTriatominae. Some comments on cladistics are presented in an Appendix. KEY WORDS: Insecta, Chagas’ disease, Trypanosoma cruzi, Rhodnius, Linshcosteus, cladistics The reduviid subfamily Triatominae is of great interest ecologically and medically: ecologically because it is one of the few major groups of heteropterans that feed on vertebrate blood, and medically because some triatomines are the vectorsof Trypanosoma cruzi Chagas, the causative agent of Chagas’ disease. The only other major blood-feeding heteropteran groups are Cimicidae (bed bugs) and the related Polyctenidae, ectoparasites of bats; neither contains vectors of human disease (see Schaefer 2000). Chagas’ disease is a serious trypanosomiasis in the New World tropics, and occasionally occurs in the southern United States. It is...
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