Apostila tratamento de efluentes

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Centro Federal de Educação Tecnológica – CEFET/BA
Coordenação de Processos Industriais
Disciplina: Tratamento de Efluentes
Professor: Marcelo Pestana e Diógenes Ganghis






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TRATAMENTO DE EFLUENTES












INDICE


1 TRATAMENTO DE ESGOTOS/EFLUENTES: TECNOLOGIAS ACESSÍVEIS 4

1.1 Introdução 4

1.2 Tecnologias Existentes 4

1.3 O Fluxo detratamento 5

1.4 Tecnologias de tratamento 6

1.5 Subprodutos do tratamento do esgoto 9

1.6 Questionário 10

2 TRATAMENTO DE ESGOTOS/EFLUENTES PELA VIA AERÓBIA 11

2.1 Introdução 11

2.2 Definições 12

2.3 Remoção Biológica de Nutrientes: 16

2.4 Microbiologia de Lodos Ativados: 17

2.5 Aspectos Operacionais dos Lodos Ativados: 23

2.6 Principais parâmetros decontrole 25

2.7 Condições críticas de operação 27

2.8 QUESTIONÁRIO 30

3 TRATAMENTO DE ESGOTOS/EFLUENTES PELA VIA ANAERÓBIA 31

3.1 Introdução 31

3.2 Tratamento de efluentes 31

3.3 Aplicabilidade dos sistemas anaeróbios 32

3.4 Legislação 34

3.5 Aspectos Gerais da Digestão Anaeróbia 35

3.6 Metabolismo Bacteriano 36

3.7 Processos de Conversão em SistemasAnaeróbios 36

3.8 Aspectos Termodinâmicos 38

3.9 Fatores Importantes na Digestão Anaeróbia 39

3.10 Biomassa nos sistemas anaeróbios 42

3.11 Retenção de biomassa nos sistemas anaeróbios 43

3.12 Avaliação da massa microbiana 44

3.13 Avaliação da atividade microbiana 45

4 SISTEMAS ANAERÓBIOS DE TRATAMENTO 47

4.1 Sistemas convencionais 47
4.1.1 Digestoresanaeróbios de lodo 47
4.1.2 Tanque séptico: 48
4.1.3 Lagoa anaeróbia 49

4.2 Sistemas de alta taxa 50
4.2.1 Sistemas com crescimento bacteriano aderido 51
4.2.2 Sistemas com crescimento bacteriano disperso 52

4.3 4.3 Sistemas combinados 55

4.4 QUESTIONÁRIO 57

5 PROJETOS DE REATORES ANAERÓBIOS 58

5.1 Tanques sépticos 58
5.1.1 Principais fatoresintervenientes no processo de tratamento 58
5.1.2 Principais disposições da Norma Brasileira (ABNT, 1993) 60
5.1.3 Eficiências dos tanques 62

5.2 Filtros anaeróbios 62
5.2.1 Fatores físicos intervenientes no processo 62
5.2.2 5.2.3 Dimensionamento de filtros anaeróbios 63
5.2.3 Eficiências dos filtros anaeróbios 64

5.3 Reatores de manta de lodo 65
5.3.1 Configuraçõestípicas 66
5.3.2 Critérios e parâmetros de projeto 66
5.3.3 Material do reator 67
5.3.4 Eficiência de reatores UASB 68
5.3.5 Custos de reatores UASB 68

5.4 QUESTIONÁRIO 68

6 BIBLIOGRAFIA: 69





TRATAMENTO DE ESGOTOS/EFLUENTES: TECNOLOGIAS ACESSÍVEIS





1 Introdução


No Brasil, 49% do esgoto produzido é coletado através de rede e somente 10% doesgoto total é tratado. O resultado é que as Regiões Metropolitanas e grandes cidades concentram grandes volumes de esgoto coletado que é despejado sem tratamento nos rios e mares que servem de corpos receptores. Como conseqüência disso, a poluição das águas que cercam nossas maiores áreas urbanas é bastante elevada, dificultando e encarecendo, cada vez mais, a própria captação de água para oabastecimento.


A implantação de uma estação de tratamento de esgotos tem por objetivo a remoção dos principais poluentes presentes nas águas residuárias, retornando-as ao corpo d’água sem alteração de sua qualidade.


As águas residuárias de uma cidade compõem-se dos esgotos sanitários e industriais sendo que estes, em caso de geração de efluentes muito tóxicos, devem ser tratados em unidades daspróprias indústrias.


O parâmetro mais utilizado para definir um esgoto sanitário ou industrial é a demanda bioquímica por oxigênio - DBO1. Pode ser aplicada na medição da carga orgânica imposta a uma estação de tratamento de esgotos e na avaliação da eficiência das estações - quanto maior a DBO maior a poluição orgânica.


A escolha do sistema de tratamento é função das condições...
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