Antropologia

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NÃO E ALGO SOMENTE FISICO, É PSICOLOGICO E SOCIAL

Adriano Conceição Francisco

Professora Orientadora: Renata Oliveira

Faculdade Alvorada

Direito: 1º ano. 2º semestre



RESUMO: Nos dias de hoje e comum ouvir falar de temas como: deficiência, educação especial inclusão, porém não sabemos o que se passa na mente de um deficiente. Pouco se conhece sobre o decorrer da história: como odeficiente era tratado pela sociedade, nem seus objetivos, seus obstáculos, seus preconceitos e suas falhas, tantos por despreparos, falta de conhecimento e por desamparo legal. Sendo que esse trabalho tem como objetivo falar um pouco sobre esse assunto, tendo como um dos objetivos especificos frizar um tema que pouco se sabe ou pouco se tem interesse “a visão monocular”, e mostrar como umportador de deficiencia se sente ao se deparar com essa situação.

Palavra Chave: sociedade, visão monocular, deficiência.



Introdução

O presente artigo tem como objetivo através do olhar, ouvir, do escrever analisar como um deficiente e visto pela sociedade é especificamente como se sente uma pessoa portadora de visão monocular. Faz se necessário ressaltar que o objeto de estudo e dedesenvolvimento do trabalho foi utilizada minha propria experiência.
Tem se por objetivo especificar como o portador de visão monocular e tratado pela sociedade, quais suas dificuldades, seus anceios, e sentimentos.
Partindo dessa questão, este trabalho tem como proposta investigar, sob uma perspectiva antropológica, como a deficiência é articulada pela pessoa com deficiência,através de sua narrativa, tendo como foco de análise as questões de construção da pessoa, do corpo e da subjetividade.
Do ponto de vista antropológico, deficiência englobaria os diferentes sentidos ou modos de defini-la, percebê-la, vivenciá-la, tratá-la, etc., o que nos remonta às categorias nativas em torno da experiência da deficiência.
Esse trabalho tem como objetivo fazer umlevantamento bibliográfico, iniciando um pouco sobre o histórico da educação especial. Porém seu objetivo maior e demonstrar algo, que poucos conhecemos, pois quando se fala de deficiência visual já pensamos em um individuo cego, ou ainda em uma pessoa com baixa visão, sendo que somente esses dois casos legalmente são considerados como deficiência visual.
A visão monocular recebe pouca atenção naliteratura e quase nenhum amparo legal sobre deficiência e reabilitação o que leva muitas vezes profissionais que se encontram com essa realidade a não levarem em conta suas consequências econômicas e psico-sociais, vendo isto como um inconveniente mais propriamente do que como uma deficiência.
 É bem verdade que uma pessoa com deficiência não visa recorrer a parâmetros e/ou definições decunho legal para então “sentir-se” de fato com alguma deficiência, seja qual for sua deficiência. No entanto, é de bom tom destacar que há legislações, bem como documentos, recomendações, entre outros, que asseguram o pleno desenvolvimento e direitos de toda pessoa com este tipo de deficiência, entre as outras conhecidas.


Procedimentos e Instrumentos de Investigação AntropológicaUtilizou-se o método de pesquisa de cunho etnográfico, baseado na observação (MALINOWSKI, 1984). Com base também no livro “O Trabalho do Antropólogo: olhar, ouvir, escrever”, de Roberto Cardoso de Oliveira (2006).
Toda pesquisa antropológica é permeada por uma série de considerações e preocupações teórico-metodológicas que necessitam ser claramente definidas e demarcadas. Como em qualquer outratécnica de pesquisa, a etnografia também envolve questões de natureza ética e política, que se colocam desde o ponto de partida. Não há etnografia isenta de emoções, de conflitos, enfim, de toda uma dimensão intersubjetiva (DaMATTA, 1978; CLIFFORD, 1991; BIZERRIL, 2004; CARDOSO DE OLIVEIRA, 2006).


Não e a falta de algo , e sim a sociedade e seu preconceito que nos discapacita

As...
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