Alofones

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Outro exemplo de alofones em distribuição complementar vem também do português brasileiro. Nos dialetos mineiro e carioca, por exemplo, o fonema /t/ realiza-sefoneticamente como [t] ou [tʃ], a depender da posição em que ocorre na palavra. [tʃ] ocorre diante da vogal [i] ("tia" ['tʃia] ou "latim" [la'tʃĩ]) e [t] diante dasdemais vogais ("tua" ['tua], "tombo" ['tõbu]). Nesse caso, tanto [t] quanto [tʃ] são alofones ou variantes previsíveis (pelo contexto em que ocorrem) de um mesmosegmento abstrato, o fonema (/t/).
O fonema /t/ realiza-se foneticamente como [t] ou [tʃ], a depender da posição em que ocorre na palavra. [tʃ] ocorre diante da vogal[i] tia ['tʃia] e [t] diante das demais vogais tua ['tua], Nesse caso, tanto [t] quanto [tʃ] são alofones ou variantes previsíveis (pelo contexto em que ocorrem)de um mesmo segmento abstrato, o fonema (/t/).
O fonema /d/ realiza-se foneticamente como [d] ou [dʒ] dependendo da posição em que ocorre na palavra. [dʒ] ocorrediante da vogal [i] dia[dʒia] e [d] diante das demais vogaisdor ['dor], Nesse caso, tanto [d] quanto [dʒ] são alofones ou variantes previsíveis (pelo contexto emque ocorrem) de um mesmo segmento abstrato, o fonema /d/.
O par mínimo, é quando em uma palavra podemos trocar um fonema por outro formando uma palavra desemântica diferente.
Ex. bala, cala, vala, mala, gala, fala.

Uma dúvida: o à pode virar A sem contar como uma comutação? Posso, por exemplo, trocar PÃO por PAI? Mudo aísó a letra O para a letra I, mas se considerar os fonemas, mudei dois elementos nessa comutação. Se à e A são fonemas diferentes, mas letras iguais...como fazer?
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