Alex

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  • Publicado : 1 de julho de 2012
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Capítulo 4 – Cultura e Diversidade

Torre De Babel E Pentecostes

Talvez este capítulo se torne um dos pontos chaves do livro, pois no capítulo 4 sobre Cultura e Diversidade, o autor insere como elemento central da discussão, a Torre de Babel, relacionando com a Festa de Pentecostes, quando nos foi concedido o Espírito Santo de Deus.

Tanto o episódio da Torre de Babel quanto no Jardim doÉden, o homem foi tentado a querer ser como Deus. Seja alcançando os céus através da construção de uma torre ou através do fruto da árvore do conhecimento. O próprio Deus para impedir que o homem vivesse em pecado, tomou medidas para “salvar” o homem, expulsando-o do Jardim ou ordenando que seus anjos distribuíssem para cada um uma língua diferente, criando as diversas culturas.

Partindo desseprincípio, quando o Espírito Santo desceu a terra e cada um pode entender em sua própria língua o que estava sendo dito, fica claro que o Evangelho não está restrito a uma língua oficial e específica. Mas que cada pessoa pode compreender a grandeza de Deus em sua própria língua e consequentemente em sua cultura.

Em seu livro “O Clamor do Mundo”, Oswald Smith nos desafia ao serviço daEvangelização Mundial:

“E você, o que tem feito? Você sabe que o Evangelho precisa ser anunciado a todas as nações, ao mundo inteiro, a cada tribo, língua e povo, até os confins da terra. Portanto, o que você está fazendo nesse sentido? Ou o que vai fazer’? Irá pessoalmente ou enviará alguém em seu lugar? Que um sentimento de culpa pese sobre sua consciência se você não fizer nada. As ordens de Deus têm deser obedecidas, os seus mandamentos precisam ser cumpridos, e não há como evitarmos a questão.” Capitulo 3 - Pág 57.

A diversidade de culturas sempre foi tema obrigatório tanto para a teoria quanto para a prática missiológica. Ninguém sabe disso melhor do que nós, evangélicos latino-americanos, pois nossa fé chegou até nós vinda de culturas diferentes das nossas. Apesar de todas as dificuldadesque a diversidade de culturas pode criar, a existência de uma única cultura criaria problemas ainda maiores, problemas de uma soberba idolátrica semelhante à dos construtores da Torre de Babel.

A cultura nunca é estática. Ela varia tanto de lugar para lugar, como de tempo para tempo. E durante toda a longa história deixa igreja nos diversos países. O Cristianismo até certo ponto tem destruído acultura, e no fim, criado uma nova cultura no lugar da velha. De modo que em toda parte os cristãos precisam pensar seriamente como sua nova vida em Cristo, deveria estar relacionada com a cultura contemporânea.

É essencial que todas as igrejas contextualizem o evangelho a fim de comunicá-lo eficazmente em sua própria cultura. Para essa tarefa de evangelização, todos nós conhecemos a nossaurgente necessidade do Ministério do Espírito Santo. Ele é o Espírito da verdade, que ensina toda a igreja a relacionar-se com a cultura que a envolve. Ele é também o Espírito do amor, e o amor é a linguagem que toda a cultura humana compreende.

Dadas às diversidades de perspectivas e sua inevitabilidade, cabe então a pergunta: Como nós, Cristãos, deveremos olhar e avaliar aquelas culturas nasquais nossa fé não parece ter causado grande impacto? E também, como deveremos julgar o impacto da fé em nossa cultura, ou a falta dele?




Capítulo 5 – Cultura e Evangelho

E “como uma melhor compreensão teológica das culturas e de sua relação com Deus nos ajuda a entender melhor o caráter e o alcance de nossa missão?”

O grande desafio para os Cristãos é o relacionamento com a cultura noqual estão inseridos. Em nosso país, com uma cultura tão rica, variada e envolvente, o desafio parece ainda maior nos dias atuais.

Existem muitas definições disponíveis e parecidas de cultura. No geral, define-se como o conjunto de valores, crenças e práticas de uma sociedade em particular, que inclui artes, religião, ética, costumes, maneira de ser, divertir-se, organizar-se, etc.

Os...
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