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  • Publicado : 26 de fevereiro de 2013
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Sumário:


Parte 1
- Ventre: O que representa?
- Cobiça ou desejo legítimo?
Parte 2
- Seus desejos x as vontade de Deus
- Não se torne escravo dos seus desejos
- Domine os seus desejos
















Ventre

"Ventre" é usado em sentido figurado para denotar apetite ou desejo carnal (Ro 16:18; Fil 3:19), e como fonte de conversa ou argumento. (Jó 15:2;32:19) Quando Jonas estava no ventre do peixe, ele comparou o interior do peixe ao Seol, dizendo: "Do ventre do Seol clamei por ajuda", porque a bem dizer estava morto, a menos que Jeová o libertasse milagrosamente. - Jon 2:2;


Desejo x cobiça

Um desejo forte, constante e insaciável
Existe o desejo legítimo e a cobiça. O primeiro refere-se ao suprimento dasnecessidades e, em alguns casos, um pouco mais, atingindo o nível do conforto. O segundo vai muito além, alcança o excesso e avança rumo ao proibido.
Mas onde está a exata fronteira entre uma e outra coisa? Precisamos de sabedoria para encontrar a resposta. É difícil dizer onde o desejo correto se transforma em cobiça, assim como não podemos determinar com certeza a exata quantidade de comidaque alguém precisa consumir.
Apesar da dificuldade, podemos citar alguns parâmetros de verificação. Primeiro: Cada indivíduo é capaz de reconhecer que a sua necessidade foi suprida e seu apetite saciado. Depois disso, o desejo torna-se cobiça. “Se achaste mel, come somente o que te basta, para que porventura não te fartes dele, e venhas a vomitar” (Pv.25.16).
Segundo: Atolerância que o indivíduo tem consigo mesmo pode mascarar a cobiça. Portanto, é preciso observar o ensinamento bíblico em relação ao que desejamos. Deus estabeleceu limites: Adão poderia comer do fruto de todas as árvores, exceto uma (Gn.2.16-17). Quando desejamos o que Deus proibiu, está caracterizada a cobiça.
O décimo mandamento assevera: “Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás amulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo” (Êx.20.17). Portanto, o direito do outro é um dos nossos limites. Se este mandamento não fosse obedecido, a consequência poderia ser a transgressão de outros, tais como “Não adulterarás”, “Não furtarás” e “Não matarás”.
Portanto, a proibição da cobiça atinge um malinterior que é a raiz de muitos males exteriores. A história de Acabe ilustra bem o conceito. Aquele rei possuía riqueza e todo tipo de bens materiais, mas dirigiu seus olhos e sua cobiça à vinha de Nabote, seu vizinho. Seu desejo incontido desencadeou uma série de pecados: abuso de autoridade, acusação, falso testemunho, homicídio e roubo (IRs.21).
A COBIÇA É INSACIÁVEL
“A sanguessuga tem duasfilhas, a saber: Dá, Dá. Há três coisas que nunca se fartam; sim, quatro que nunca dizem basta: o Seol, a madre estéril, a terra que não se farta d'água, e o fogo que nunca diz basta” (Pv.30.15-16).
“Todo o trabalho do homem é para a sua boca, contudo nada satisfaz a sua cobiça” (Ec.6.7).
A gula é confundida com fome e apetite. Confunde-se luxúria com amor. A cobiça se parece com umanatural necessidade de crescimento e conquista, mas sua principal característica é ser insaciável. Nada é capaz de satisfazê-la. Por isto, o homem se lança aos excessos. Tal comportamento pode parecer fruto de uma forte motivação para o trabalho. Então, o indivíduo deixa de ter tempo para a família e para Deus, pois precisa atender às suas ambições materiais que lhe parecem legítimas, sobretudo nocontexto capitalista atual, onde a essência do marketing consiste em criar necessidades e estimular desejos sem fim. O consumismo é a religião dos tempos modernos.
Tudo isto pode levar a muitas conquistas e um sintoma visível desse tipo de situação é o caso do indivíduo que adquiriu muito mais do que é capaz de usufruir. Ter muitos terrenos, casas e carros pode ser um exemplo (a não ser...
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