8 Mitos sobre o amor

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  • Publicado : 24 de setembro de 2012
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8 mitos sobre o amor O grande mito do amor consiste em que vocês estão convencidos que podem amar alguém,
alguma coisa, ou pelo menos, vocês mesmos.
Ninguém pode amar outro! Não podem amar-se a si mesmos, nem a amar outras pessoas!
Sabem porquê? - Porque o amor não é um "fazer" mas um "permitir ser"!
1 - Homens dão mais valor à parte física das mulheres e as mulheres ao status social doshomens

Homens e mulheres continuam repetindo essa máxima, tal qual um mantra. Mas um estudo da Universidade de Northwestern’s Weinberg, nos Estados Unidos, mostra uma realidade bastante diferente. Com a pesquisa, que envolveu o acompanhamento de 163 jovens durante 30 dias, descobriu-se que, embora boa parte acreditasse na premissa de que homens e mulheres têm prioridades diferentes na hora daconquista, na prática, ambos os sexos agem de forma idêntica. “A beleza é a característica mais desejada, tanto para os homens quanto para as mulheres”, explica o professor Eli Finkel, um dos autores do estudo. A questão do status social fica em segundo plano até entre as mulheres. “O primeiro canal de comunicação é sempre o da aparência física”, lembra a psicóloga Lídia Weber, que ministra o curso“Relacionamento Amoroso: Teoria e Pesquisa”, na Universidade Federal do Paraná. A partir daí, são estabelecidas camadas secundárias de avaliação. E, como se essas semelhanças já não fossem suficientes, o estudo mostrou ainda que, quando homens e mulheres partem para a conquista, os critérios de seleção de um parceiro, ou parceira são praticamente iguais. Nesse sentido, o mito de que as mulheres seriammais seletivas também cai por terra.

2 - Relações proibidas são mais empolgantes

O frio na barriga do encontro proibido com o ser amado pode ser uma delícia, mas não por muito tempo. Pelo menos é o que demonstra uma pesquisa da Universidade da Geórgia (EUA), de 2005, em que foi constatado que relacionamentos de difícil manutenção, como casos extraconjugais, ou interraciais e interreligiosos,parecem perigosamente interessantes no começo. Mas, com o tempo, manter o segredo é mais trabalhoso e estressante do que divertido. Segundo o estudo, os casais se submetem a esse tipo de relação simplesmente porque não querem contar para a família e os amigos sobre o relacionamento, não porque tenham atração pelo segredo. “Mas as desvantagens a pessoa só vai perceber depois. A paixão é umprocesso irracional. Se a gente fosse absolutamente racional, não se apaixonaria nunca”, afirma Sônia Eva Tucherman, da Sociedade Brasileira de Psiquiatria do Rio de Janeiro.A psicóloga Mariana Chalfon, especializada em casamentos interreligiosos, explica que, ao apaixonar-se, o indivíduo pode estar buscando inconscientemente características das quais precisa. “Os opostos se atraem por esse motivo, paratentar fazer com que a pessoa integre esses conteúdos”, afi rma. “Desde o primeiro momento a diferença pode gerar stress, mas isso não é necessariamente ruim. Só resta saber se o casal vai ter força para passar por esse momento e se essa relação vai se tornar madura ou não”, diz Mariana. A psiquiatra Sônia concorda: “À medida que você vai entrando em contato com o ser amado,passa a vê-lo inteiro.É nessa hora que perde a graça e muitas paixões acabam, como se tivessem caído do 50º andar de um prédio.” Ou seja, Romeu e Julieta tinham grandes chances de não serem felizes para sempre, afinal.

3 - Relação com mulheres feministas é mais difícil

O rompimento dessa crença começa na derrubada do estereótipo da feminista: a mulher solteira, feia, lésbica, excessivamente combativa e incapaz demanter um relacionamento romântico. Isso está longe de ser verdade. Laurie Rudman e Julie Phelan, psicólogos da Universidade de Rutgers, nos EUA, derrubaram esse clichê consagrado a partir da década de 60 e provaram que as relações com feministas são mais tranquilas do que com as outras mulheres. Foram avaliadas a combinação de qualidade na relação, equidade de gêneros, estabilidade e...
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