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Páginas: 6 (1322 palavras) Publicado: 4 de março de 2014

Resumo do Mito da Caverna
O mito da caverna narrado por Platão no livro VII da Republica é, uma das mais poderosas metáforas imaginadas pela filosofia, em qualquer tempo para descrever a situação da humanidade. Para o filósofo, todos nós estamos condenados a ver sombras a nossa frente e tomá-las como verdadeiras. Essa poderosa crítica à condição dos homens, escrita há quase 2.500 anos,inspirou e ainda inspira inúmeras reflexões.
Imaginemos uma caverna separada do mundo externo por um alto muro, cuja entrada permite a passagem da luz exterior. Desde seu nascimento, geração após geração, seres humanos ali vivem acorrentados, sem poder mover a cabeça para a entrada, nem locomover-se, forçados a olhar apenas a parede do fundo, e sem nunca terem visto o mundo exterior nem a luz dosol. Acima do muro, uma réstia de luz exterior ilumina o espaço habitado pelos prisioneiros, fazendo com que as coisas que se passam no mundo exterior sejam projetadas como sombras nas paredes do fundo da caverna. Por trás do muro, pessoas passam conversando carregando nos ombros figuras de homens, mulheres, animais cujas sombras são as próprias coisas externas, e que os artefatos projetados são osseres vivos que se movem e falam.
Um dos prisioneiros, tomado pela curiosidade, decide fugir da caverna, mas, no primeiro instante fica completamente cego pela luz do sol, com a qual seus olhos não estão acostumados, e aos pouco se habitua com a forte claridade e começa ver o mundo.
Ele se encanta, fica deslumbrado, porque tem a oportunidade finalmente de ver as coisas, e descobre queem sua prisão, vira apenas sombras. O seu desejo é ficar longe da caverna, que só voltará se for obrigado, para contar o que viu e libertar os demais companheiros de cativeiro.
Assim como a subida foi penosa, porque o caminho era íngreme e a luz muito forte, também o retorno será penoso, porque precisa se habituar as trevas, o que é muito mais difícil do que habituar-se a luz.
Uma vez devolta a caverna este prisioneiro será desajeitado, não sabendo mais se mover ali, nem falar do modo que os outros o entenda, será desacreditado por eles e correrá o risco de morrer por aqueles que jamais abandonarão a caverna.

Fonte: A REPLUBICA, PLATÃO.

RESUMO : MÊNON - PLATÃO

À primeira impressão, Mênon pode ser definido como um tratado sobre a virtude. O texto sugere uma alentadoraquestão inicial sobre a capacidade de se ensinar alguém a ser virtuoso. Esta indagação parece desdobrar-se num estudo minucioso sobre as origens da virtude e o potencial transformador da mesma no ser humano. Entretanto, a dimensão dialogal do Sócrates platônico provoca uma oscilação entre estímulo pela pesquisa do tema e inquietação pela demora no avanço do raciocínio. O texto traz á tonaquestionamentos que raramente seriam colocados no cotidiano. E" Mênon" cumpre este papel usando a maiêutica de Sócrates.
O recurso socrático dá as caras logo no início do texto, quando da alteração proposta por Sócrates para os rumos do diálogo. Interrogado inicialmente por Mênon sobre a possibilidade de se ensinar a virtude, o filósofo pondera que é necessário primeiro descobrir o que é a virtude em sipara, assim, determinar se – e como – ela pode ser transmitida. Neste ponto, o embate entre os dois interlocutores ganha força e passa a se dar, da parte de Mênon, com a busca por uma definição exata de virtude, enquanto Sócrates, por sua vez, articula a refutação das tentativas de Mênon, buscando mostrar as fragilidades conceituais das respostas oferecidas.
Na quarta tentativa de definir avirtude, Mênon afirma que “a virtude é desejar as coisas belas e ser capaz de consegui-las” . Para criticar esta resposta, Sócrates se esquiva da relação entre definendum e definens e passa a uma discussão ética, na qual postula que todos almejam as coisas belas e que, assim, não haveria pessoas não-virtuosas. As tais “coisas belas” – justiça e prudência, por exemplo –, Sócrates faz Mênon enxergá-las...
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