A ESTRUTURA FORMAL DA CASA MODERNISTA DE GOIÂNIA

2622 palavras 11 páginas
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS- UnUCET
ADRIELLY MELO BORGES

A ESTRUTURA FORMAL DA CASA MODERNISTA DE GOIÂNIA

ANÁPOLIS
2013

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS- UnUCET
ADRIELLY MELO BORGES
A ESTRUTURA FORMAL DA CASA MODERNISTA DE GOIÂNIA

Trabalho apresentado à disciplina de Ensaio Teórico 2 ao curso de Arquitetura e Urbanismo apresentando o artigo do tema em questão. Orientador do trabalho:
Wilton.

ANÁPOLIS
2013

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO
2. O MODERNISMO EM GOIÂNIA
3. A CASA MODERNISTA DE GOIÂNIA
4. A ESTRUTURA FORMAL DA CASA MODERNISTA DE GOIÂNIA
5. CONCLUSÃO
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. INTRODUÇÃO

No início do século XX, surge Goiânia. Durante a revolução de 30, ela é o símbolo da busca da modernização no cerrado goiano. A construção da nova capital relaciona-se com a luta pelo poder político, há muito estabelecida em Goiás.
Goiânia, uma cidade planejada, é um centro de expressão das ideias de modernidade. Contemporâneo às iniciais especulações modernistas no
Brasil, o plano elaborado para a cidade é uma referência importante do urbanismo brasileiro. Sua implantação inicia-se em 1933, a partir da concepção de Attílio Corrêa Lima, alterado por Armando Augusto de Godoy.
No plano há as ideias acerca da funcionalidade, evidenciada no zoneamento, na hierarquização viária e no controle do uso e da ocupação do solo com a estética do urbanismo clássico identificada nas grandes perspectivas (inflência de Haussmann.)
Verifica-se no espaço edificado, no primeiro momento, a adoção da arquitetura presente em outras regiões do país. Prevalece o ecletismo como linguagem arquitetônica. São construídos edifícios convencionais de alvenaria com ornamentações variadas em massa ou pedra sobre as paredes e relevos e desenhos decorativos sobrepostos às portas e/ou presentes nas vidraças. O Art Déco recebe a preferência dos edifícios oficiais e comerciais, mas também é assumido, de forma mais contida, nas residências das famílias

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