A Entrevista Social 1

Páginas: 34 (8338 palavras) Publicado: 31 de março de 2015




A Entrevista

Erika Scarparo da Paixão
Ilana Raquel S. Rezende

Professora Ivana Orionte



Goiânia, 2014.

Resumo

Este trabalho vem com o objetivo de apresentar uma pesquisa qualitativa sobre a violência domestica sofrida por mulheres de seus respectivos conjugues, ela retratará a faladessas mulheres e suas historias, e também a o que o direito da mulher, com a lei Maria da penha tem a nos mostrar assim também como a questão do gênero influencia em nossa sociedade, embasados também em teóricos conceituados sobre o assunto e também com entrevistar de maneira correta, e uma leva visão sobre o que esta violência trás como conseqüência não só na família, mais também no psicológicodestas mulheres que sofrem essas agressões.


Palavra Chaves: qualitativa, entrevistar, agressão, mulher, psicossocial.

A violência Domestica Contra a Mulher
Erika Scarparo
Ilana Raquel S. Rezende
Professora Ivana
Pontifica Universidade de Goiás

Uma realidade em que se chega à conclusão que esta distante, mais que a cada dia chega mais próximo, a violência domestica contra a mulher, que acada dia cresce mais. Dados nacionais(2014) comprovam que de janeiro a junho o ligue 180 realizou 265.351 atendimentos, sendo que as ligações correspondentes a violência domestica foram 11% dos registros, ou seja em media 30.625 casos. Esses números são deste ano segundo a pesquisa, esta pesquisa também nos revela que 98% dos brasileiros conhecem a Lei Maria da Penha, e que após a maior divulgaçãodesta lei houve um crescimento maior de denuncia por parte das mulheres violentadas. Estes dados vêm para nos contextualizar em relação ao que acontece no Brasil referente a esta violência.
De acordo Hermann,L.M. que nos trás como titulo “Maria da Penha Lei Com Nome de Mulher” voltando-se a violência domestica contra a mulher, nós trás de forma clara a visão da sociedade sobre a mulher,como o homem a vê e que em nossa sociedade desde 10.000 A.C. ate hoje tem esse preconceito contra a mulher, pois sempre existiu a desigualdade entre gêneros, o autor também nós mostra as varias formas de agressões contra mulher, que muitas vezes não é apenas física, mais verbal, com palavras de baixo calão.
Segundo o autor, para a sociedade a mulher deve ser castra, seria e jamais poderá sairdesse padrão pré-estabelecido pela moral e os bons costumes, uma vez isso acontecendo ela se torna, uma “puta”, e isso já pode ser um motivo de agressão física.
Algo que também chama atenção, é a relação de poder e dominação, que o homem dentro da sociedade se sente no direito de ter sobre sua esposa, esse fato por muitas vezes o leva a se achar no direito de espanca la , e ele de achar queela deve ter uma certa submissão, esta submissão esta presente em todos as épocas de nossa sociedade, isso é revelado através da bíblia, pois a todo momento, na historia da humanidade, a mulher e vista como frágil, submissa, obediente e castra, sempre para ser mãe, como sua única função.
Com toda a violência acontecendo, foi surgindo movimento Feministas para a defesas das mulheres,principalmente as “do lar” que muitas vezes era agredidas pelos seus maridos, este movimento surge como o início da defesa, segundo o autor, que pesquisa com Feministas, e essas que foram entrevistadas sustentaram acreditar que a conjunção de fatores diversos – econômicos, culturais, psicológicos – são indissociáveis na analise da questão, elas ainda vão mais a fundo e dizem que sempre houve a violênciadomestica, e que sempre foram exploradas e finalizam dizendo que a violência domestica é gerada por um soma de pequenas violências cotidianas.
A Delgada Especializada no Atendimento à Mulher de Niterói com isso frisa que [...] quando elas vão à delegacia, mesmo que elas não encontrem uma determinada resposta, elas já derão um passo a frente [...]. (Hermann,L.M.2008)
Segundo ainda o...
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