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Capítulo 8: Os que com atos criminosos chegaram ao governo de um Estado
Maquiavel cita dois exemplos de pessoas que se tornaram Príncipes por meio do crime, o primeiro, o de Agátocles após tantas traições e tão grande crueldade que além de ter obtido êxito na conquista, conseguiu se manter no poder por muito tempo.
O segundo exemplo é o de Oliverotto de Fermo que com tamanha crueldade chegou ao poder, e lá se manteve cruel, o que fez com que pouco tempo depois, este fosse derrubado do poder.
Capítulo 9: O governo civil
Na visão de Maquiavel, governo civil é governo em que o cidadão se torna soberano pelo favor de seus concidadãos.
A aristocracia quer oprimir; e o povo apenas não quer ser oprimido.
Capítulo 10: Como avaliar a força dos Estados
O povo tem enorme influencia para definir o a força de um Estado; se o povo estiver ao lado do Príncipe, mesmo que um dominador consiga tomar o lugar do Príncipe, não se dará bem, pois o povo se levantará contra ele.
Capítulo 11: Os Estados eclesiásticos
Mesmo que chegue um dominador e tente colocar tal estado sob seu poder, se o povo se mantiver unido, este não obterá êxito em sua empreitada; os costumes são fortes e mantêm o povo unido.
Capítulo 12: Os diferentes tipos de milícia e de tropas mercenárias
Na ótica maquiaveliana, a base principal de um Estado são boas leis e bons exércitos. Há três tipos de tropas, são elas, próprias, mercenárias, auxiliares ou mistas. Sendo as mercenárias e as auxiliares prejudiciais e perigosas.
Capítulo 13: Forças auxiliares, mistas e nacionais
Maquiavel iguala as forças auxiliares com as mercenárias: são inúteis.
Capítulo 14: Os deveres do Príncipe para com as milícias
O Capítulo inicia mostrando o objetivo ou pensamento principal de um Príncipe, que além da guerra, é também as leis e a disciplina.

O Príncipe , Maquiavel Resumo – Capítulo 8: Os que com atos criminosos chegaram ao governo de um Estado
Maquiavel cita dois exemplos de pessoas que se tornaram Príncipes por meio do crime, o

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