resenha do livro a republica de platão

Páginas: 11 (2535 palavras) Publicado: 25 de maio de 2014
UNIVERSIADE FEDERAL DO PARANÁ

ALINE DOS SANTOS BIANNA

RESENHA DO LIVRO A REPUBLICA - LIVRO VII PLATÃO

CURITIBA
2014

ALINE DOS SANTOS BIANNA

RESENHA DO LIVRO A REPUBLICA - LIVRO VII PLATÃO

Trabalho apresentado a disciplina
de filosofia da Educação I,
ministrada pelo docente Dr° Gelson J. Tesser
com requisito a obtenção parcial de nota

CURITIBA
2014

PLATÃO. Livro VII.A República. Trad. Enrico Corvisieri. São Paulo: Nova Cultural,
2004.
Credencias do autor:
Platão nasceu em Atenas, em 428/427 a.C. e morreu em 348/347, Arístocles
era seu verdadeiro nome. Descendente do rei Codro e de Sólon, possuía inclinação
natural à vida política. Segundo Aristóteles, Platão foi inicialmente discípulo de
Crátilo, seguidor de Heráclito e, posteriormente, de Sócrates.Decepciona-se com os
métolos utilizados na política de seu tempo, no regime oligárquico comandado por
Cármides e Crítias. Inicia um período de viagens, após o qual, funda a Academia,
escola que viria a adquirir grande prestígio em pouco tempo. Escreve várias obras,
entre as quais destacam-se: Fedro, Teeteto, Banquete, Filebo, Protágoras, Górgias,
República, a obra em questão. Pelo conjunto desua obra e seu legado, situa-se
entre os maiores pensadores de todos os tempos.
Suas influências foram Sócrates, Homero, Hesíodo, Aristófanes, Protágoras
de Abdera, Parmênides, Pitágoras, Heráclito, Orfismo.

Conteúdo do texto:
No dialogo entre Sócrates e Glauco para exemplificar a diferença entre a
natureza humana no que concerne a instrução e a ignorância. Platão desenvolve
uma alegoriainfluenciada por sua própria experiência pessoal.
Imagina-se uma morada subterrânea, como uma caverna, com uma entrada
aberta à luz. Nela, residem homens que lá estão desde os primórdios de suas vidas,
e nela permanecem acorrentados pelas pernas e pelo pescoço, de modo que os que
lá habitam não podem mexer-se e nem enxergar senão o que está diante deles.
A luz que chega é através de umafogueira, acesa numa colina que se ergue
por detrás deles, e entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente. Em
paralelo a estrada, está construído um pequeno muro, de forma que ao longo desse
muro podes ser avistadas as sombras de homens e animais de todas espécie de
matéria. Dentre esses transeuntes, naturalmente alguns falam e outros, não.

Nessa analogia platônica à raça humana,observa-se que durante toda a vida
dos prisioneiros, eles nada puderam ver além das sombras projetadas pelo fogo que
passam pelo muro que fica defronte à caverna, já que estão imóveis durante todo o
tempo.
Obviamente, estes habitantes tomariam por objetos reais as sombras que
lhes eram informadas por suas faculdades sensoriais. Até mesmo o eco que por
ventura pudesse vir da parede à caverna,seria julgado como advindo da sombra,
que afinal passava diante deles.
Então, para estes homens, só atribuirão realidade as sombras dos objetos
fabricados. Imagina-se, então, que se liberte um desses prisioneiros e ele seria
obrigado a caminhar, voltar o pescoço e erguer os olhos para a luz. Ao fazer tais
movimentos, sofrerá, e tal deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objetos de
queantes via as sombras. Ele não associará tais objetos tão facilmente, já que
passou a vida inteira nas “trevas” e a luz seria por demais forte para que a priori ele
pudesse distinguir alguma coisa. Caso alguém chegasse a esse homem que o que
via antes não passava de vultos, e agora ele pode perceber as coisas com mais
clareza, se o obrigar, à força das perguntas, a dizer o que é, provavelmenteele
ficará embaraçado e as sombras de que viu inteira lhe parecerão mais verdadeiras
do que os objetos que lhe mostram agora.
Num segundo exemplo, Platão supõe no caso deste mesmo homem ser
arrancado à força da caverna e ser obrigado a permanecer á luz do sol, sofrerá e
queixar-se-á dessa violência a contragosto. De inicio, com os olhos ofuscados pelo
brilho da luz, continuará não sendo...
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