Resenha do livro A Republica de Platao, 4 paginas

Páginas: 5 (1028 palavras) Publicado: 10 de setembro de 2014
ALUNO: ALLAN ALMEIDA BASTOS
TURMA: TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS 2011
PROFESSOR: RAFAEL CIARLINI
DISCIPLINA: DIREITO AMBIENTAL

Resenha Crítica

Autor: PLATÃO.
Obra: A República.
Editora: Martin Claret LTDA

INTRODUÇAO
O livro A República desdobra-se em 10 capítulos (livros) em que apresenta diálogos entre grandes pensadores da Grécia Antiga, a exemplo de Sócrates, ondediscute no primeiro livro o melhor entendimento e definição sobre o tema justiça. É a forma que Platão utilizou para expor numa narrativa impactante, suas ideias para projetar uma sociedade que vivesse com mais democracia numa época em que a problemática em relação a um modo de vida que era amparada por pensamentos vagos da justiça sem adequação como perfeição humana.

DESENVOLVIMENTO
Inicialmentea obra traz uma conversa entre Céfalo, pai de Polemarco, onde já bastante idoso discorre sobre a velhice onde conta que esta proporciona repouso, livrando o homem de todas suas paixões. Explica o que provoca os sentimentos de sentir-se bem ou mal na idade avançada há uma única causa, que é o caráter das pessoas carregado desde sua juventude.
Logo em seguida, Céfalo fala em relação da morte e apreocupação do homem fazer uma auto avaliação de si mesmo das injustiças que cometeu durante a vida, além de avaliar que a riquezas é válida para aquele que é prudente e comedido, onde a sua lhe trouxe vantagens com objetivo de não mentir e dever para nenhum homem além de dar sacrifícios a deuses em vida para partir sem nada temer. Nesse sentido apresenta uma primeira definição de justiça, que serianão mentir e falar sempre a verdade, restituindo o que se tomou dos outros.
Respeitosamente Sócrates se opõe num contra-argumento com um exemplo de que ninguém passaria ser justo dando a um amigo aparentemente apresentando-se enlouquecido armas onde tivesse recebido dele enquanto estava em perfeito juízo. Concluindo a idéia que a definição de justiça não seria dizer a verdade e restituir aquiloque recebeu.
No entanto, surge Polemarco recorrendo ao poeta Símônides que fala a mesma idéia de “devolver aquilo que devemos”. Mas Sócrates rechaça tal ideia de que a questão não é devolver o que se deve, como no caso do amigo enlouquecido, mas sim fazer o bem ao amigo. No que tange ao inimigo, Sócrates afirma que não se pode faz o mal para estes, pois ao fazer mal a alguém, um homem justo farátornar pior os inimigos em relação a perfeição humana, tornando-os mais injustos. O que fizeram crer fazer o mal também não é ação de um homem justo, quer seja amigo ou qualquer outra pessoa.
Daí aparece Trasímaco, o sofista, que afirma a justiça ser não outra coisa senão a conveniência do mais forte. Sócrates concorda de que a justiça seja uma conveniência, no entanto discorda que seja do maisforte. Transímaco ao afirmar o modelo de justiça que o Estado detêm força perante a sociedade com os poderes constituídos, Sócrates propõe que até mesmo os governantes são passíveis de se enganar em relação o que pensam melhor para si, onde estes têm função de governar para seus subordinados e não para ele mesmo, pois atribui as mesmas funções que os médicos e os capitães de embarcações têm poisnenhuma ciência procura o que é vantajoso ao mais forte, mas sim ao mais fraco.
Em contra partida, Trasímaco consiste em refutar Sócrates ao dizer que a justiça só é vantajosa para o forte e poderoso sendo ruim para quem desobedecesse, ao passo que a injustiça é qualquer coisa de útil a uma pessoa podendo sobrepor até o seu semelhante, seja ele amigo ou inimigo.
Então Sócrates inverte talraciocínio onde o justo seja bom e sábio e o injusto, ignorante e mal. Afirmando que a injustiça a incapacita de atuar de acordo consigo mesma, devido às dimensões e discordâncias tornando-a inimiga de si mesma e de todos os que lhe são contrários e que são justos. Por fim concluem que a justiça é uma virtude da alma, onde esta sendo justa com o homem justo viverão felizes e o injusto infeliz e...
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