Relatorio laboratorial sobre o metabolismo do acido carssulaceo

Páginas: 9 (2003 palavras) Publicado: 20 de maio de 2015





ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO 2
1.1 Objectivos 2
1.2 Geral 2
1.3 Específico 2
1.4 Descrição das plantas usadas durante a aula experimental 2
2. MATERIAIS E MÉTODOS 2
2.1 MÉTODOS 2
2.2 METODOLOGIA 3
3. RESULTADOS 5
4. DISCUSSÃO 5
5. CONCLUSÃO 5
6. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS 5
ANEXOS 5



1. INTRODUÇÃO
Segundo Quilambo e Doddema (2015) em muitas plantas suculentas de diferentes famílias como asCrassulaceae, Cactaceae, Arastaceae dentre outras, uma mudança periódica no pH do suco celular pode ser medida nas partes verdes. Isto é causado pela produção do ácido orgânico (principalmente malato) no escuro e a baixa temperatura. Este malato é produzido pela ligação do CO2 ao PEP (fosfoenolpiruvato) pela enzima PEP-carboxilaxe e uma subsequente redução do produto (oxaloacetato) para malato pelaenzima malato desihidrogenase.

Na presença de luz e altas temperaturas, o malato dissocia-se outra vez em CO2 e piruvato pela enzima NADP-málico. Pode ser usada pela assimilação do Carbono pelo RUBISCO (ribulose 1,5-bifosfatocarboxilase/oxigenase) para entrar no ciclo de Calvin na fotossíntese. A regulação metabolismo do ácido crassuláceo é complexa e além da temperatura, vários outros factoresestão envolvidos tais como luz, humidade, o CO2 do ar e armazená-lo como malato nos vacúolos, durante a noite, quando os estomas podem abrir sem grande perda de água (Quilambo e Doddema, 2015).

Durante o dia os estomas mantem-se fechados, porque neste período quente e seco, o perigo de perder água através dos estomas são muito grandes. O CO2 libertado pelo malato é usado para fotossíntese. O malatoliberta o CO2 durante o dia dentro dos cloroplastos, perto da enzima ribulose 1,5-bifosfatocarboxilase/oxigenase (Quilambo e Doddema, 2015)

Segundo Martinez e Loureiro (2014) esta característica das plantas CAM é vantajosa em condições de alta intensidade luminosa e falta d'água nas quais vivem a maior parte das plantas suculentas. O acúmulo de carbono durante a noite deve-se ao fato de seusestómatos se fecharem durante o dia a fim de retardar a perda d'água. Assim, acumulando ácidos orgânicos durante a noite, uma quantidade muito maior de CO2 pode ser fixada num ciclo de 24 horas do que seria normalmente possível devido ao padrão de abertura e fechamento estomático.


1.1 Objectivos
1.2 Geral
Comparar o metabolismo do ácido crassuláceo em duas plantas distintas sendo uma suculenta (Aloearborescens MILL.) e a outra não suculenta (Trichelia emética).
1.3 Específico
Efectuar o tratamento em condições de inibição da luz e a temperatura de cinco graus centígrados (5 0C);
Efectuar o tratamento sob efeito da luz e temperatura ambiente, e
Determinar qual o tipo de metabolismo efectuado pelas plantas (C3 ou CAM-Metabolismo do ácido crassuláceo).

1.4 Descrição das plantas usadas durante aaula experimental

A Trichelia emética, ocorre naturalmente desde a África Sub-Sahariana, até ao Mar Vermelho, ao longo da África Oriental e Central para o Congo e Sul de África. Também ocorre naturalmente no Iémen, e é árvore que ocorre desde formações arbustivas a tamanho de árvore (dimensão até 30 m de altura), tronco cilíndrico de até 80 cm de diâmetro, inchado na base. As suas folhas sãoalternas compostas e impar pinada com 3-6 pares de folíolos, as suas flores são unissexuais, masculinas e femininas (flores muito semelhantes na aparência), o fruto possui uma forma ovóide a globosa, a cápsula mede 2-4 cm de comprimento com 3 lóbulos, as sementes medem de 15-20 mm de comprimento com cor preta e vermelho, podendo se encontrar espécies com cor alaranjado (PALGRAVE, 1983)

AloeArborescens é uma espécie de Aloe, pertencente à família Xanthorrhoeaceae. Também é conhecida por “Aloe do natal”, por ter suas flores que ocorrem no inverno. Mais comum ainda é o nome babosa que se deve referir às suas folhas suculentas que, quando cortadas, exsudam uma goma  (como grande parte dos Aloes).
Apesar de arborescens significar "com a forma de uma árvore", nunca assume o formato de...
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