Relat rio 3 Strepto 1

899 palavras 4 páginas
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE
BIOMEDICINA / MANHÃ

GABRIEL ALVES
MAYRA RESENDE
PAULA LACOOKE
THAÍS MORAES

Prática nº 3 - Streptococcus
Streptococcus – S. pyogenes, S. pneumoniae, S. agalactiae, S. faecalis, Grupo Viridans

BELO HORIZONTE
1°/2015
1 - INTRODUÇÃO
O gênero Streptococcus, pertencente à família Streptococcaceae, são cocos gram-positivos agrupados em forma de cadeia. Normalmente preferem ambientes oxigenados, porém se desenvolvem também em meio anaeróbio, tendo então a característica de anaeróbios facultativos. São homofermentativos, ou seja, no fim da fermentação é obtido o ácido láctico (ARAUJO, M. 2006 - 2015).
Fazem parte da nossa flora bucal como bactérias naturais, sendo amplamente transmitidos por contato direto através: do beijo, de fomites, da saliva, etc. Também colonizam nosso intestino, trato respiratório e pele. Apesar de fazerem parte de tantos locais no organismo, são facilmente extinguidos quando são utilizados detergentes na assepsia. Por serem colonizadores naturais, a maioria das espécies não causa doenças, mas uma pequena porcentagem podem causar algumas patologias (ARAUJO, M. 2006 - 2015).
Como todo organismo vivo esse grupo de bactérias obedece a uma classificação. Neste caso, o que é levado em consideração é o tipo de hemólise provocada por essas bactérias. Se a hemólise for total, esse organismo é do tipo beta, se for parcial é do tipo alfa, se não houver hemólise é do tipo gama. Ou ainda podemos classificá-las de acordo com o tipo de carboidratos que possuem em sua cadeia molecular (ARAUJO, M. 2006 - 2015). Se assim o for, então temos os seguintes grupos:
*Grupo A: formado pela espécie Streptococcus pyogenes, é do tipo beta e é o que tem maior relevância. Causa algumas doenças graves: a faringite estreptocócica (a mais comum); erisipela (doença subcutânea acarretada pela circulação ineficaz); febre puerperal (pós-parto, ocorre graças a uma infecção no útero após o parto); febre reumática; glomerulonefrite

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