Psicologia

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O Pragmatismo constitui uma escola de filosofia, com origens nos Estados Unidos da América, caracterizada pela descrença no fatalismo e pela certeza de que só a ação humana, movida pela inteligência e pela energia, pode alterar os limites da condição humana. Este paradigma filosófico caracteriza-se, pois, pela ênfase dada às consequências -utilidade e sentido prático - como componentes vitais da verdade.
O Pragmatismo foi a primeira filosofia americana elaborada autonomamente. Inspirada em Ralph Waldo Emerson, seus fundadores foram Charles Sanders Peirce, com seu artigo How to make our ideas clear, e William James, que retomou as idéias de Peirce, popularizando-as em sua coletânea "O Pragmatismo".
Garantir a paz individual, através de uma situação confortável na qual não há preocupações com os princípios de certo e errado é uma corrente que descreve bem o estado pragmático do ser humano. A verdade relativa, tomada por base no que se está vivendo ou necessitando no momento resume o que seja Pragmatismo, que vem originalmente contra o Pluralismo que constitui-se da adoção dos princípios absolutos, sendo este um conceito no qual a verdade tende a seguir os moldes mais justos, onde no caso, tenta-se chegar a um consenso do que seria certo ou errado em determinadas situações onde há diferenças de pensamentos e atitudes em relação a solucionar-se um mesmo assunto; já que a verdade é individual e o que possa ser de interesse a alguém pode passar a ser destrutivo ou prejudicial a outrem que por ventura venha a ser atingido por aquela decisão unilateral tomada por um pragmático.
O pragmatismo refuta a perspectiva de que o intelecto e os conceitos humanos podem, só por si, representar adequadamente a realidade. Dessa forma, opõe-se tanto às correntes formalistas como às correntes racionalistas da filosofia. Antes, defende que as teorias e o conhecimento só adquirem significado através da luta de organismos inteligentes com o seu meio. Não defende, no entanto, que seja

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