Livro da Lei: Salmo 133 na maçonaria.

1399 palavras 6 páginas
Livro da Lei: Salmo 133 na maçonaria.
“Nas palavras escritas dos antigos autores orientais frequentemente não é claro, como nos escritores nossos contemporâneos, qual é o sentido literal… é imprescindível que o interprete remonte mentalmente a esses recuados séculos do Oriente… distinga e veja claro, que gêneros literários quiseram empregar e de fato empregaram os escritores daquela vetusta idade, porque os antigos orientais, para exprimir o que tinham em mente, não empregaram sempre as mesmas formas e modos de dizer que nos usamos hoje, mas sim os que corriam entre os homens do seu tempo e da sua nação “. Papa Pio XII.
A abertura do Livro Sagrado marca o início real dos trabalhos numa loja maçônica, pois o ato, embora simples, porém solene, é de grande importância, pois que simboliza a presença efetiva do Grande Arquiteto do Universo e a dispersão de energias positivas em loja, que são disseminadas coma circulação da bolsa de propostas e informações. Num artigo publicado pela revista Trolha, de agosto de 1997, lê-se que esta prática de se usar o Livro da Lei foi estabelecida em 1717, a partir da G.:L.: da Inglaterra, embora haja referência ao seu uso a partir de 1670. Segundo Castelani, a leitura do salmo foi usada pela primeira vez, perto da metade do século XVIII, por algumas Lojas do Yorkshire, na Inglaterra, quando ainda nem havia um rito plenamente organizado. Em pouco tempo, esse hábito foi abandonado e, já a partir da adoção do rito Inglês de Emulation abria-se a Bíblia em qualquer lugar, sem leitura de versículos. Todavia, esse hábito foi retomado por algumas Grandes Lojas norte-americanas, principalmente a de Nova York. Nos EUA. Da Grande Loja de Nova York, por cópia, o salmo foi introduzido no Brasil e em algumas outras Obediências da América do Sul, no REAA. Nestes, na verdade, tradicionalmente se abre o Livro em João e são lidos os versículos 1 a 5 do capítulo 1. Salmo 133 nos Cavaleiros Templários
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