Kant

Páginas: 5 (1098 palavras) Publicado: 5 de junho de 2015


Immanuel Kant (1724 - 1804) foi um filósofo prussiano e professor catedrático da universidade de Königsberg . Criador idealismos transcendental,Kant estudou, principalmente, a epistemologia e é considerado um dos pensadores mais influentes da Era Moderna.Immanuel Kant
Na Crítica da razão prática (1788) tema abordado neste material, Kant expôs a doutrina ética que lhe serviu de base para demonstração de uma ordem trancendente, sem que fosse necessário recorrer à metafisica especulativa . A ética , para ele , não presisa dos dados da sensibilidade e , portanto,não pode cair em "ilusões".
Oimperativo categórico kantiano podeser assim enunciado : "Age de tal modo que o motivo que te levou a agir possa tornar-se lei unirversal".Immanuel Kant (1724 - 1804) foi um filósofo prussiano e professor catedrático da universidade de Königsberg . Criador idealismos transcendental,Kant estudou, principalmente, a epistemologia e é considerado um dos pensadores mais influentes da Era Moderna.
" A regra da faculdade dejulgar sob as leis da razão pura prática ea seguinte: pregunte a ti mesmo se, quanto à ação que pretendes ,poderia considerá-la possível, mediante a tua vontade, supondo-se que ela deveria ocorrer segundo uma lei da natureza da qual tu próprio faz parte.
Mediante tal regra,cada um, efetivamente, julga se as ações são, sob aspecto moral, boas ou más."Immanuel Kant
A obra de Kant ,analisada mais profundamente por filósofos da atualidade de dita como “ atual mesmo após a globalização(conjunto de transformações na ordem política e econômica mundial visíveis desde o final do século XX).
“No início, ninguém percebeu a importância da obra. Consta que o filósofo berlinense MosesMendelssohn, que deveria escrever uma resenha, teria deixado de lado o livro, irritado com as frases difíceis de Kant. Somente seis meses depois ela foi publicada, demonstrando que Mendelssohn não havia entendido bem a obra de 856 páginas.”
Com isso fica claro que Kant não é assunto para leigos e o estilo pesado de seu alemão sempre assustou potenciais leitores, além de levartradutores à beira de um ataque de nervos.
Em sites com o DW ou em livros didático Kant chamado o homem que iluminou a filosofia.

Publicada em 1788, foi a segunda das três críticas elaboradas por Immanuel Kant. Nessa obra, “crítica da razão prática”, percebe-se a utilização do imperativo categórico. O filósofo afirma que a vontade não presume apenas uma regra, mas principalmente umafinalidade. Esta, deve-se adequar à regra, para compor um estado de moralidade. Não existe um conceito de liberdade sem relação com a moral. Para se almejar corretamente, o indivíduo não poderá se deixar cair em tentações externas e consequentemente desviar para o caminho errado, deverá lutar sempre a favor do ritmo para alcançar seu objetivo. Toda a liberdade exige uma determinada conduta com regras, eo ser simplesmente as seguirá. Para Kant, todo princípio da moral reside em nossa razão autônoma. Isso significa que toda a subjetividade da moral do ser humano é independente das morais externas.
Com o decorrer do título “crítica da razão prática”, nota-se a consolidação da expressão imortalidade da alma, a qual é muito importante para a continuidade do esforço moral. Contrariando asdefinições emitidas por Aristóteles, Kant afirma que o objetivo das categorias não pode ser dado através da experiência, e que a razão está contida no âmbito das ideias. Ninguém melhor, de acordo com a justiça, delineou a paz eterna e uma sociedade das nações do que Immanuel Kant.
O autor declara com firmeza que “a autonomia é o princípio da dignidade da natureza humana e de toda a...
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