Hebarium

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Histórico da Fitoterapia
A utilização de plantas para o tratamento de doenças acontece em todo o mundo há milhares de anos. Médicos famosos na Antiguidade, como Hipócrates e Avicenna, já faziam o uso das plantas medicinais. Em países como a China, essa prática é seguida há séculos.
No Brasil, as plantas eram usadas pelos povos indígenas em rituais de cura, da mesma maneira que os povos africanos faziam sua associação com rituais religiosos. A disseminação da Fitoterapia no País teve auxílio dos povos europeus, que aqui chegaram durante o período da colonização, e dos chineses e japoneses, imigrantes do início do século passado.
Hoje, a Fitoterapia tem adeptos em todo o mundo, e seu uso é cada vez mais difundido pela comunidade médica.
Os medicamentos fitoterápicos são aqueles que utilizam como matéria-prima partes de plantas, como caule, folhas e raízes. Esses medicamentos, quando utilizados de maneira correta, podem trazer uma série de benefícios à saúde, principalmente porque não causam efeitos colaterais na mesma proporção que os medicamentos sintéticos.
Os produtos fitoterápicos possuem ação mais suave que os medicamentos comuns. Isso se deve ao fato de que o princípio ativo não é utilizado de maneira isolada, atuando juntamente com várias outras substâncias presentes nas plantas. Esse conjunto de elementos é chamado de fitocomplexo, e são justamente os fitocomplexos os responsáveis pelo efeito terapêutico suave e pela redução dos efeitos colaterais. No entanto, é preciso lembrar que todo medicamento deve ser administrado com acompanhamento médico.
É preciso abandonar a crença de que produtos naturais não fazem mal. A automedicação pode ser prejudicial e, no caso dos fitoterápicos, é preciso tomar cuidado, pois quando as pessoas compram qualquer tipo de planta para uso medicinal, não levam em consideração que algumas delas são tóxicas e, quando ingeridas, prejudicam a saúde. É por isso que há medicamentos fitoterápicos liberados para venda sem receita

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