Falso dilema William Paley

Páginas: 6 (1260 palavras) Publicado: 1 de junho de 2014

Índice:


Introdução 2
Sentido da Vida 2
Compreender a pergunta 2
O lado prático da pergunta 3
Sentido e valor da existência 3
Sentido da vida e finitude 3
William Paley e o falso dilema 4
Conclusão: 5
Bibliografia: 6

















Introdução
Este é um trabalho que foi proposto pela professora Glória Cardoso, no âmbito da disciplinade filosofia. Este trabalho tem como objectivo principal a transmissão de novos conhecimentos e saberes. A escolha deste tema deve-se ao facto de existir um grande intresse da minha parte sobre a forma como fomos criados e o grande mistério de todos que é, somos ou não obra de um ser divino, Deus. Ao longo do trabalho vão ser apresentadas as ideias defendidas por William Paley, relojoeiro efilósofo britânico, onde vamos poder perceber a chamada analogia do relojeiro. Analogia onde é estudada a complexidade dos organismos e a sua adaptação ao meio.
O que é isto da vida? O que fazemos aqui? Porque existe um universo? Para que fomos feitos? Estas são algumas das perguntas ás qual ao longo deste trabalho vai tentar responder, afinal de contas, qual o sentido da vida?
Sentido daVida
Compreender a pergunta
Quem somos? Para que fomos feitos? O que fazemos aqui? Estas são algumas das questões às quais ainda nos interrogamos.
Existem duas formas de como nos podemos interrogar sobre a origem do universo e da vida. Podemos Perguntar-nos sobre a causa ou origem do universo e da vida, ou podemos questionar-nos qual o propósito pela qual tudo foi criado.Para que exista uma finalidade, é necessário que exista uma inteligencia, um ser capaz de conceber essa inteligência. Um deus pode ser a causa e uma causa e a razão pela qual existimos.
O lado prático da pergunta

Quando procuramos uma resposta a este tipo de questões não procuramos só compreender como as coisas são, mas como devemos agir em face delas, ou seja, critérios para podermosdirigir as nossas vidas.
De outra forma podemos também perguntar-nos se a vida tem valor. Chegamos á conclusão que existem dois tipodes valores, o valor extrínnseco, ou seja um valor que resulta da relação que se mantém que mantemos com algo ou com alguém, como por exemplo valor sentimental. O outro valor é o valor intrínseco, são coisas que valem por si mesmas, independetemente dos finsespecificos que possamos atribuir-lhes.
Porém quando realizamos algo com um propósito implica dirigir as nossas acções para uma meta determinada. Por outro lado, as metas que fixamos reflectem as nossas prioridades e os nossos valores. Será que uma vida sem sentido implica também uma vida sem valor?
Sentido e valor da existência

O universo, e tudo o que nele está contido, pode ter tido umacausa sem possuir um desígnio, ou seja, as coisas existem porque sim, não tem qualquer finalidade, qual é então o valor existência? Se praticar uma acção não tendo qualquer objectivo, a minha acção carece de sentido. Uma vida sem objectivos é uma vida vazia. Sem objectivos sem sentido parece que toda a nossa vida perdeu o seu valor, faz com que vivamos porque sim. Como se vagueassemos por essemundo sem rumo.
Sentido da vida e finitude

Existe neste nosso universo milhares de estrelas, milhares de planetas e de outras galáxias, será mesmo a vida um acontecimento raro? Tal como no nosso sistema solar nós (terra) nos encontramos a uma distancia ideal do sol talvez em outras galaxias também elas consituidas por estrelas e planetas exista também vida, podemos não ser só nós os unicos seresneste enorme universo á qual não conhecemos o fim. Pondo as coisas assim podemos tirar a conclusão que a nossa vida não passa de nada, no meio deste universo, gigante. A nossa vida pode mesmo ser uma proporção do nada. A nossa vida pode simplesmente resumir-se a uma misera sorte de moléculas que se juntaram e assim conseguiram formar a vida. Que sentido tem então a nossa vida sem um dia todos...
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