fabio unopar

Páginas: 14 (3486 palavras) Publicado: 11 de maio de 2015










































































SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO 3

2 DESENVOLVIMENTO 4

3 CONCLUSÃO 7

REFERÊNCIAS 8

ANEXOS 9
ANEXO – Fotos e Vídeo 9

1 INTRODUÇÃO
No Brasil todos os anos o mercado de medicamentos movimenta bilhões de reais, devido ao mercado de medicamentos, com esse alto valor, a quantidade de resíduos também é muito grande, envolvendo tanto aparte de produção, através das indústrias nacionais e internacionais, quanto à distribuição e o consumo desses medicamentos por toda a sociedade.
A promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010 e do Decreto nº 7.404/2010), esses resíduos eram ignorados pelo poder público e administradores o mesmo ocorria com o descarte desses resíduos que muitas vezes eram feitas semnenhuma consciência aos critérios ambientais a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA define como medicamento “todo produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa paliativa ou para fins de diagnósticos”, podendo ser sólidos ou líquidos compostos por um princípio ativo, passível de descarte, sendo assim um resíduo.
A metodologia utilizada naelaboração foi uma pesquisa bibliográfica/webibliográfica, sendo utilizados para o estudo textos e legislações relacionadas ao assunto, presentes em livros, revistas e pesquisa em órgão público, os quais forneceram a base necessária para construção do tema e alcança os objetivos propostos.
A justificativa desse trabalho está na promulgação da Lei n.º 12.305/2010, que estabeleceu a Política Nacionalde Resíduos Sólidos, determinando o gerenciamento de resíduos sólidos, vem com as responsabilidades dos geradores e do poder público para com o descarte de medicamentos realizado pela população em geral e quais fins é dado a esse tipo de resíduos pelos órgãos públicos e quais malefícios trazem o descarte inadequado no meio ambiente e riscos aos seres vivos.



2 DESENVOLVIMENTO
Todo ano no Brasil omercado de medicamentos movimenta bilhões de reais, envolvendo tanto a parte de produção, através das indústrias nacionais e internacionais, quanto à distribuição e o consumo desses medicamentos por toda a sociedade. Contudo, essa produção de medicamentos muitas vezes provoca um grande acúmulo de resíduos sólidos. Até a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n.º 12.305, de 02de agosto de 2010), esses resíduos sólidos eram negligenciados pelo poder público, legisladores e administradores, o mesmo fato ocorria com o descarte de medicamentos, que muitas vezes é realizado sem o atendimento dos critérios ambientais. O presente trabalho tem como objetivo abordar os aspectos socioeconômicos e ambientais relacionados ao descarte de medicamentos, estabelecendo quais osprincipais problemas ocasionados pelo descarte incorreto, bem como a legislação acerca da destinação final dos resíduos farmacêuticos e o gerenciamento de resíduos / as soluções para o descarte de medicamentos realizados pela população de forma inadequada
Remédios Jogados No Lixo Podem Contaminar
O Brasil enfrenta um problema sanitário que parece estar longe de ser resolvido. Os medicamentos vendidos nasfarmácias, em caixa lacrada, vêm geralmente em quantidade superior ao indicado para o tratamento, o que leva o paciente a acumular uma “farmacinha” em casa.
Porém, os produtos logo perdem a validade, e são descartados na pia, no vaso sanitário e no lixo orgânico. Quase ninguém sabe que ao serem despejados ralo a baixo, os remédios vão parar nos sistemas de tratamento de esgoto doméstico.
Lá, assubstâncias que compõem o medicamento podem interagir e matar as bactérias usadas para tratar o esgoto. Ou seja, a água que chega até nós pode conter fragmentos dos remédios, e apresentar qualidade duvidosa.
Esse problema é um consenso entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e o Conselho Federal de Farmácias (CFF).
Porém, até o...
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