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A dinastia Tudor e o absolutismo
Introdução

Na Inglaterra, no século XIII, o rei foi obrigado a assinar um documento que limitava os poderes da Coroa. Esse documento chamava-se Magna Carta. Foi criado o Parlamento (membros do clero, da nobreza e da burguesia), que se tornou um poderoso limitador do poder do rei.
O rei teve seu poder fortalecido só após a Guerra das Duas Rosas (1455 – 1485), um intenso conflito entre famílias nobres rivais pela posse da Coroa. Essa guerra devastou o reino, enfraqueceu a nobreza, e o povo passou a querer um governo forte que acabasse com as agitações e insegurança. Então, subiu ao trono Henrique VII, fundador da dinastia Tudor, e do absolutismo inglês.
A dinastia Tudor durou mais de 100 anos (do final do século XV ao início do século XVII). Reinaram nesse período Henrique VII, Henrique VIII e Elizabeth I. A economia se desenvolveu e cada vez mais a autoridade da Coroa crescia. A Inglaterra tornou-se uma potência comercial e marítima.

O absolutismo na Inglaterra esteve presente nas dinastias de Tudor e Stuart. A monarquia inglesa, desde o século XIII, apresentava uma característica peculiar: a existência de um Parlamento. Isto representava uma certa limitação do poder real. Esse quadro começou a mudar com a Guerra dos Cem Anos, a monarquia inglesa passou a contar com o apoio da nobreza, dando início a um processo de fortalecimento que se estendeu ao longo de toda duração da guerra. Entretanto, com o final da guerra e a consequente derrota inglesa, deu-se uma desvalorização da monarquia, um enfraquecimento do Exército e uma crise econômica. Esses elementos influenciaram uma disputa dos setores descontentes da nobreza pelo poder real. Essa reação deu origem à Guerra das Duas Rosas (1455-1485), que durante trinta anos dilacerou o território inglês.
O final dessa guerra deu-se com um acordo entre Henrique Tudor (Henrique VII) e a família York. Ocorreu um consequente casamento entre Henrique e Isabel de York, significando um

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