contestação reg visitas

Páginas: 14 (3310 palavras) Publicado: 30 de outubro de 2014
FAMLIA, RFOS E SUCESSES DA CIRCUNSCRIO JUDICIRIA DE BRASLIA-DF. Processo 74226-5/2006 XXXXXXXXXXXX, qualificada nos autos do processo em epgrafe, vem, por intermdio dos advogados e estagirios do Escritrio de Prticas Jurdicas do IESB, nos termos do artigo 297 e seguintes do Cdigo de Processo Civil, manifestar-se em CONTESTAO acerca da Ao de Regulamentao de Visitas proposta por Flvio XXXXXXXXXXXX,nos termos que passa a aduzir I. DA REALIDADE DOS FATOS De fato a separao do casal se deu em 2005, e, como principal motivo das desavenas se tinha que o genitor no dava importncia s reclamaes da requerida quanto ao comportamento da filha XXXXXXXXXXXX que aos 2 (dois) anos de idade se manipulava a todo o momento, tocando a vagina e colocando objetos perto da genital. As contendas comearam quando arequerida comeou a questionar o comportamento da filha, e, por seu lado, o genitor, ora requerente, no tomava nenhuma providncia a respeito, apresentando, inclusive, comportamento agressivo, esquivando-se do assunto. _________________________________________________________________________ EPJ / IESB SHCGN CR 708/709 Bloco H Loja 43 Asa Norte CEP 70.471-680 Braslia DF Fone (61) 3349 68 97 1ESCRITRIO DE PRTICAS JURDICAS INSTITUTO DE EDUCAO SUPERIOR DE BRASLIA IESB Em novembro de 2004, quando a filha do casal contava com 2 (dois) anos de idade, a requerida suspeitando que a mesma pudesse estar sendo vtima de abuso sexual, acreditando na poca, que fosse um terceiro o autor de tamanha barbrie, procurou ajuda profissional, comparecendo a atendimento psicolgico, com a Dra. Soraya KtiaRodrigues Pereira. O requerente sempre se mostrou resistente ao tratamento que a filha estava sendo submetida, alegando, inclusive, que era desnecessrio, e, as reclamaes eram infundadas. Nesse nterim, o estado da filha do casal vinha se agravando, j que, constantemente se manipulava e era latente o seu interesse sexual. Apesar da psicloga que na poca atendia a menor XXXXXXXXXXXX ter ressaltado aimportncia de dar seguimento s consultas, pois, o comportamento da criana indicava claramente que a mesma estava sendo molestada, o requerente nunca compareceu a nenhuma consulta, recusando-se a acompanhar a famlia, apesar dos inmeros pedidos por parte da requerida. Com o tempo, o tratamento psicolgico de XXXXXXXXXXXX foi evoluindo e o genitor foi se afastando da famlia, at o momento que decidiudeixar a residncia do casal. Antes do requerido deixar a residncia, a psicloga havia confirmado que a menor estaria sendo vtima de abuso sexual, por meio de manipulao da genitlia, e era necessrio que se limitasse qualquer contato com pessoas estranhas. A genitora, ora requerida, desesperada com a notcia, conversou com o requerente para poder identificar quem seria a pessoa mais provvel de estarmolestando a sua filha, no entanto, o mesmo, como de costume, mostrou-se agressivo e afirmou que nada deveria estar acontecendo e que a filha estaria inventando toda essa histria. Contudo, a psicloga apontava que o possvel autor dos abusos seria o requerente, j que a criana teria respondido que era o papai quem ensinava a brincadeira sexual. Estarrecida com a informao, e, por outro lado, com a indiferenado requerente com o fato de ter sido apontado como autor dos abusos que a filha vinha sofrendo, a _________________________________________________________________________ EPJ / IESB SHCGN CR 708/709 Bloco H Loja 43 Asa Norte CEP 70.471-680 Braslia DF Fone (61) 3349 68 97 2 ESCRITRIO DE PRTICAS JURDICAS INSTITUTO DE EDUCAO SUPERIOR DE BRASLIA IESB requerida, na procura de ajuda e deprofissionais que atuam na rea (violncia sexual) foi at a Delegacia de Atendimento Criana e Adolescente, quando foi orientada a procurar a Dra. Juliana Paim, psicloga especialista em violncia domstica e sexual. Em consultas realizadas com a Dra. Juliana, foi novamente constatado que a criana estava sendo vtima de abuso sexual, tendo a criana indicado como autor de todos esses fatos o seu genitor, ora...
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