Contabilidade de seguro socorro mutuo e a evolucao do seguro

Páginas: 8 (1841 palavras) Publicado: 5 de maio de 2014
UNIVERSIDADE APOLITECNICA
ESEUNA






Elaborado por sacur Latibo Junior







SOCORRO MUTUO E A EVOLUÇÃO DO SEGURO













Nampula Abril, 2014







Índice

Temas páginas









INTRODUÇÃO

O presente trabalho diz respeitos a questões relativas a evolução e importância do socorro mútuo nas sociedades. Um tema que está ligado com amatéria da contabilidade de seguros.
O trabalho visa responder as questões expostas pelo docente de forma argumentativa, nomeadamente:

“Na antiguidade o socorro mútuo era exercido por instituições de assistências, muito embora de forma rudimentar mas, com objectivo de defesa que se praticava através de contractos em que a forma de assumir o risco não dispunha de autonomia.”

1.a comente estaafirmação do ponto de vista da evolução do seguro
1.b pode se entender o socorro mútuo como previdência social? comenta
1.c porquê o socorro mutuo tinha como objectivo principal a defesa? comente
1.d Explica como o seguro é um factor importante para o desenvolvimento Económico?




















1. O SOCORRO MÚTUO E A EVOLUÇÃO DO SEGURO

1.1 Socorro Mutuo e mutualidade –Conceito

Sociedade de socorro mútuo é uma associação de carácter não lucrativo, formada voluntariamente com o objectivo de prover auxílio a seus membros, em caso de necessidade.

Mutualidade consiste num associativismo que tem em comum os mesmos riscos, juntando-se para um fundo comum, de modo a que se algum destes elementos tiver algum problema as consequências possam ser mínimas ou até mesmoanuladas.

1.2 O socorro mútuo na idade média

Na antiguidade a solidariedade era extremamente notável nas sociedades em diversas situações complicadas que os homens se encontravam. A solidariedade e um dos aspectos chaves que deu a origem do seguro. O homem sempre conviveu com riscos e com o tempo chegou cada vez mais a conhecê-los, preveni-los e amenizá-los mas jamais conseguiu eliminá-los.Para isto, surgiram então as instituições de assistências ou seguradoras que foram se desenvolvendo ao longo do tempo para servir a sociedade da melhor forma, em que por outro lado também o factor solidariedade e a boa fé foi diminuindo entre os homens, por isso o valor da mutualidade foi se desgastando consoante o tempo.
Na Grécia antiga, nos séculos V e VI, muitas sociedades de carácter mútuose formaram, com destinações diversas, quer seja de ordem religiosa, económica social ou política. A maioria se transformou em sociedade de beneficência ou de socorro mútuo, cujos benefícios consistiam em direito aos funerais. Em Roma, certas associações se denominavam " Collegium", que ofereciam também os benefícios relacionados a custear as despesas com o funeral e até a sepultura. Os recursoseram obtidos por meio de contribuições mensais dos membros.  
Já no final da idade média, com o grande desenvolvimento do comércio, as feiras (surgidas do entroncamento de rotas comerciais, que eram responsáveis pelo escoamento da produção local e a redistribuição dos artigos de luxo) deixaram de ser periódicas e tornaram-se fixas, dando origem às cidades.


Emancipadas da tutela feudal eorganizadas em governos comunais, as cidades deram suporte ao desenvolvimento da economia monetária e mercantil, que progressivamente ia substituindo a economia feudal.  

As mudanças provocadas pelo renascimento comercial e o surgimento das cidades reflectiram directamente nas relações entre servos e senhores. Nas áreas urbanas os artesões procuraram se defender criando agremiações, as corporaçõesde ofício, que reuniam profissionais do mesmo ramo, como por exemplo sapateiros, alfaiates e outros, e regulamentavam suas profissões, os trabalhos, as quantidades e qualidades da produção, além do carácter assistencialista, dando protecção aos órfãos, viúvas e aos inválidos.  

1.3 O socorro mútuo na era do capitalismo

Posteriormente, na época do capitalismo concorrencial, marcado pelo...
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