Caso miguel

519 palavras 3 páginas
Com a teoria Gestalt, aprendemos que o comportamento deve ser estudado dentro de um contexto. No caso Miguel, cada um analisou-o em uma situação individual do seu dia, cada pessoa relatou seu comportamento de uma forma diferente, de acordo com o que presenciou dele. Isso nos dá a certeza que como a teoria Gestalt nos apresenta, o estímulo físico é percebido pelo indivíduo de uma forma diferente da que ele tem na realidade.
Pelo relato da mãe, Miguel deve ter aproximadamente 25 anos, já deve ser formado, porque sai sozinho de casa ao que dá a entender que ele está indo trabalhar. Não obedece a mãe, que é superprotetora e o trata como criança, preocupando-se com alimentação e abrigo. Segundo ela, Miguel parece ser um estranho, que vive em seu mundo.
Já com o relato do taxista, temos certeza que Miguel já é adulto e formado, com uma profissão. Ele não gostou de Miguel, achou-o chato, fechado e subversivo, chegou até a mencionar que a polícia devia estar atrás dele.
O garçom da boate acha que Miguel é pegador e descarado. Chega no local acompanhado por uma morena e, na cara dura, vai atrás de uma moça loira que entra depois, dando a entender que ele marca um encontro com ela.
Com a visão do zelador do edifício, achamos que Miguel é uma pessoa lunática, ainda mais porque ele chega falando sozinho e ainda começa a opinar sobre as diferentes visões das pessoas sem que o zelador pedisse. Conclui-se que Miguel é pintor, porque ele fala que, em sua opinião, o quadro que ele pinta é a realidade dele.
A faxineira vê Miguel como misterioso. Ela também cita sobre suas pinturas, dando a certeza de que ele é realmente um pintor. Ela não gosta muito dele, ainda mais depois que escuta um grito da sala e quando ela entra vê a moça jogada no divã e uma faca no chão, interpretando de maneira errada que ele é um assassino.
Tudo fica claro quando Miguel descreve o que realmente aconteceu naquele dia X, afirmando o que a teoria Gestalt nos ensinou.
Ele afirma que é pintor, e se

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