Regionalismo No Livro Menino Do Engenho artigos e trabalhos de pesquisa

  • Menino Do Engenho

    HISTÓRICA NA OBRA MENINO DE ENGENHO – DE JOSÉ LINS DO REGO No dia 3 de junho de 1901 nasce José Lins do Rego no Engenho Corredor, município de Pilar, no Estado da Paraíba. José Lins escreveu Menino de Engenho situando-o no apogeu dos engenhos de açúcar, é uma obra que descreve o mundo rural do Nordeste, ligado às senzalas e ao mundo dos senhores de engenho. O processo de modernização que o Brasil passava na década de 1930 iria influenciar significativamente a vida dos engenhos. A mecanização da...

    1102  Palavras | 5  Páginas

  • Literatura - livro o fogo morto

    Publicado em 1943, Fogo Morto é a última obra prima do regionalismo neo-realista surgido no Brasil durante a década de 30. A prosa de ficção dos anos 30 deu continuidade ao projeto dos primeiros modernistas, a chamada fase heróica, de 1922, de aprofundamento nos problemas brasileiros através de uma literatura regionalista, de caráter neorealista, preocupada em apresentar os problemas e as desigualdades sociais do Brasil. Os regionalistas de 30, como Jorge Amado, Graciliano Ramos e José...

    976  Palavras | 4  Páginas

  • Regionalismo

    após a metade do século XX. Para ilustrar a idéia e o contexto abordado neste trabalho, será feita uma análise no regionalismo de Guimarães Rosa, em seus romances, contos, em sua obra em geral.  No que segue, relacionaremos esta nossa visão panorâmica com o processo de modernização da sociedade brasileira, para obtermos uma visão histórica, evolutiva e verdadeira do regionalismo dentro da literatura brasileira. ...

    12945  Palavras | 52  Páginas

  • Resumo do livro os Desvalidos

    dinheiro! O resto é conversa fiada", no dizer Irremediáveis são personagens Francisco 1993). de iguala, "conforme o quilate de cada um.” O título angustiado do próprio Coriolano. já contém o prefixo de negação de uma vida Regionalismo digna, pois "desvalidos" são aqueles que não têm Francisco Dantas estreou na literatura em 1991 valimento, ou que não têm valia: uns pobres com o romance “Coivara de Memória”. Dois anos desgraçados. depois surpreendeu com estes...

    810  Palavras | 4  Páginas

  • O menino do Engenho

    José Lins do Rego em criança. José Lins do Rego (da Academia Brasileira de Letras) Menino de engenho Prêmio Fundação Graça Aranha Romance Nota de CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Estudo de ANTONIO CARLOS VILLAÇA 80ª edição JOSÉ OLYMPIO EDITORA © Herdeiros de José Lins do Rego, 1957 Reservam-se os direitos desta edição à EDITORA JOSÉ OLYMPIO LTDA. Rua da Glória, 344/4ª andar Rio de janeiro, RJ — República Federativa do Brasil Printed in Brazil / Impresso no Brasil ISBN...

    39744  Palavras | 159  Páginas

  • O menino de Engenho

    ESCOLA ESTADUAL TANCREDO DE ALMEIDA NEVES MENINO DE ENGENHO José Lins do Rego Alunos: Amanda Sthefany, Cristina dos Reis, Daiane Estéfane, Ilson Júnior, Jéferson Ianquel e Taíza Ribeiro. Nº.: 06, 10, 11, 16, 17 e 36 Série/Turma: 3º ano A Disciplina/Professor: Português – Terezinha SETEMBRO/2013 “Há quem diga que todas as noites são de sonhos.  Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isto não tem muita importância...

    1989  Palavras | 8  Páginas

  • Menino de Engenho

    Introdução: Menino de Engenho é um livro que envolve a realidade Nordestina. A escravidão é algo constante que vimos no decorrer do livro, com a presença das negras e mulatas que se tornam personagens figurantes dando maior consistência na historia. Ela descreve a sociedade rural na época dos Engenhos. As historias do Folclore brasileiro, as crenças populares, os costumes e características da região nordestina são presentes no livro. Marca a passagem da vida de Carlos para um mundo novo a ser...

    2155  Palavras | 9  Páginas

  • Menino de engenho - Analise sociológica do livro

    Barbosa Menino de Engenho O livro Menino de Engenho narra a infância de um menino chamado Carlinhos que, aos quatro anos de idade, perde seus pais de forma trágica. A partir daí ele é levado para o engenho de seu avô onde a estória se desenrola. Baseado em fatos da infância de José Lins do Rego o livro mostra diversas experiências do escritor até os doze anos de idade. A) – Base física onde a estória acontece O romance se passa na região canavieira da Paraíba especificamente no engenho de Santa...

    717  Palavras | 3  Páginas

  • O menino de engenho

    O MENINO DE ENGENHO José Lins do Rego Cavalcanti nasceu em 1901, no Estado da Paraíba, e morreu em 1957 na cidade do Rio de Janeiro. Ele deu início ao conhecido Ciclo da Cana-de-açúcar com a obra: Menino de Engenho. Além deste livro, este notável escritor escreveu outros livros, como: Doidinho, Bangüê, O Moleque Ricardo e Usina. Este último possui narrativa descritiva do meio de vida nos engenhos e nas plantações de cana-de-açúcar do Nordeste. O livro "Menino de Engenho"  é o primeiro de...

    505  Palavras | 3  Páginas

  • Resumo do livro menino do engenho

    Resumo do livro O menino do engenho O livro o menino de engenho retrata há historia de um menino que perdeu sua mãe quando era muito pequeno. Um dia ele acordou de manha e ouviu gritos vindos do quarto de seus pais e quando chegou lá  viu sua mãe banhada de sangue , seu pai que nem um louco em cima dela.o empregado,pálido conta que viu o pai do menino com o  revolver na mão e sua mãe estirada no chão.   Três dias depois da tragédia levaram o menino para o engenho do seu avô materno. O seu tio Juca...

    608  Palavras | 3  Páginas

  • sobre o livro menino de engenho de jose lins do rego

    Escola de Educação Básica Henrique Fontes Disciplina: Português Professora: Daíse Motta Equipe: Andresa, Camila Pires e Maiara Série: 3s3 Data: 22/08/2014 Menino de Engenho, de José Lins do Rego Introdução Nesse trabalho iremos falar sobre a obra de José Lins do Rego, Menino de Engenho, com o personagem e narrador de sua própria história, Carlinhos. Biografia José Lins do Rego Cavalcanti nasceu em 1901, no Estado da Paraíba, e morreu em 1957 na cidade do Rio de Janeiro. ...

    707  Palavras | 3  Páginas

  • MENINO DE ENGENHO

    MENINO DE ENGENHO DADOS BIBLIOGRÁFICOS DO AUTOR; COMENTÁRIOS. No engenho Corredor, município de Pilar, estado da Paraíba, nasce José Lins do Rego Cavalcanti. Esse mundo rural do Nordeste, ligado ás senzalas e ao mundo dos senhores de engenho, dá origem ás paralelas dentro das quais se encaminha e cresce a monumental obra de José Lins; com Menino de engenho, o romancista José Lins do Rego praticamente nos mostrava a sua face definitiva. Ao escrever Menino de engenho, José Lins não pensava inicialmente...

    782  Palavras | 4  Páginas

  • Menino de engenho

    MENINO DE ENGENHO Mirian Rodrigues Silva* Menino de Engenho é, segundo depoimento do autor José Lins do Rego, uma autobiografia das cenas da sua infância que ficaram gravadas em sua mente. O autor diz que teve a intenção de escrever a biografia do seu avô - coronel José Paulino, que era para ele a figura mais representativa da realidade patriarcal nordestina. A dura realidade é recriada com muita imaginação e emoção através do gênero nordestino. O livro enfoca uma sociedade rural latifundiária...

    860  Palavras | 4  Páginas

  • Menino de engenho

    Eduardo Tonatto Turma:201 – Menino de Engenho Sobre o autor José Lins do Rego Cavalcanti, Zélins, como era chamado, nasceu em 1901 no estado da Paraíba. Do seu crescimento no mundo rural nordestino, retira muitas experiências que servirão para suas histórias nos seus 13 romances publicados. Em 1926 muda-se para Maceió, onde publica seu primeiro romance, Menino do Engenho. O romancista recebe elogios da crítica e daí em diante suas publicações tornam-se constantes. Em 1935, muda-se para o Rio de...

    688  Palavras | 3  Páginas

  • Menino De Engenho

    1. OBRA MENINO DE ENGENHO Na obra “O menino de engenho”, de José Lins do Rego, busca-se identificar um pensamento social relativo à questão racial no Brasil na década de 1930, a partir da análise dos personagens negros presentes na obra do autor. A intenção do autor ao elaborar a obra, era escrever a biografia de seu avô, o coronel José Paulino, que considerava uma figura das mais representativas da realidade patriarcal nordestina; uma consistência bruta é recriada através da criatividade do gênero...

    568  Palavras | 3  Páginas

  • Tradicional-regionalismo freyriano (1918-1926)

    abrange o período de 1918 a 1926. 1918 é a data em que Freyre começa a enviar artigos para o Brasil, quase que quinzenalmente; 1926 é a data do 1º Congresso regionalista do Nordeste, evento encabeçado pelo autor e que marca a configuração final do regionalismo por ele entendido e forjado. Gilberto de Mello Freyre, assim que termina seus estudos primários em Recife, em 1917, parte para os Estados Unidos para graduar-se, acabando por ir um pouco além, obtendo o título de magister artium, em 1922, título...

    3014  Palavras | 13  Páginas

  • Menino de Engenho

    MENINO DE ENGENHO Índice 1.Introdução.....................................................................................................................01 2. José Lins do Rego Cavalcanti......................................................................................02 3. Modernismo.................................................................................................................05 4. Personagens............................................................................

    3649  Palavras | 15  Páginas

  • Trabalho menino do engenho

    Menino do Engenho – José Lins do Rego Ângelo Zamboni 3° Ano Turma: 302 Cachoeirinha, 26 de novembro de 2012. Introdução Neste trabalho será apresentado à obra do grande autor de José Lins do Rego “O Menino do engenho”, com os seguintes quesitos: sinopse, histórico do momento, resumo da obra, personagens, espaços, tempo, características da obra, estilo, enredo, clímax, conclusão e bibliografia. Sinopse Menino de Engenho...

    2621  Palavras | 11  Páginas

  • Menino De Engenho

    MENINO DE ENGENHO I – Considerações gerais Publicado em 1932, é o primeiro livro da série “Ciclo da cana-de-açucar”: Doidinho(1933), Banguê(1934), Usina(1936), Fogo Morto(1943) O ciclo mostra o processo de decadência dos engenhos da Zona da Mata Nordestina. O enredo é basicamente o mesmo apresentado no livro “Meus Verdes Anos”. Mescla de ficção e memórias, onde o memorialismo chega a afetar sua criatividade. II – Ambiente O romance se passa no município de Pilar, na Zona da Mata Paraibana, às...

    1138  Palavras | 5  Páginas

  • menino do engenho

    CÂNDIDO ANDRADE DE OLIVEIRA. R.A: 110037 PATRÍCIA SOUZA. R.A: WILLIAM CUNHA CRUZ. R.A: 110019 Curso de Letras – 5°/6° Semestres ANÁLISE DO LIVRO MENINO DE ENGENHO DE JOSÉ LINS DO REGO DISCIPLINA: LITERATURA BRASILEIRA PROFESSORA: ROSÂNGELA CORINALDESI Guarulhos 04 de novembro de 2013 Menino de Engenho – José Lins do Rego O primeiro romance de José Lins do Rego, publicado em 1932, focaliza seu campo de observação para as histórias da...

    615  Palavras | 3  Páginas

  • meninos de engenho

    Publicado em 1932 e livro de estreia do autor, "Menino de Engenho" tem como narrador-protagonista Carlos Melo. Chamado de Carlinhos pela família, ele conta a sua infância no engenho Santa Rosa, para onde vai após um começo de narrativa trágico: quando tinha quatro anos, o pai assassina a mãe e é internado num hospício. Propriedade do avô materno, o Coronel José Paulino, o engenho Santa Rosa é onde Carlinhos vai conhecer o mundo. Trata-se de um local marcado pelas dualidades, como o bom comportamento...

    505  Palavras | 3  Páginas

  • menino do engenho

    Leitura e Analise Livro Menino do Engenho Nomes : Kely de Fátima ilanski nº 32 Maiane Knaul nº Marechal Cândido Rondon, 2014 1- Bibliografia: O livro a ser analisado é Menino do engenho de José Lins do Rego e se trata de uma autobiografia de sua infância onde buscava relatar a biografia de seu avô, o coronel José Paulino. O livro foi publicado em 1932, e está entre as principais obras do autor, assim como: Doidinho (1933), Banguê (1934), O Moleque Ricardo...

    822  Palavras | 4  Páginas

  • menino do engenho

     Leitura e Analise Livro Menino do Engenho 1- Bibliografia: O livro a ser analisado é Menino do engenho de José Lins do Rego e se trata de uma autobiografia de sua infância onde buscava relatar a biografia de seu avô, o coronel José Paulino. O livro foi publicado em 1932, e está entre as principais obras do autor, assim como: Doidinho (1933), Banguê (1934), O Moleque Ricardo (1935), Usina (1936), Pureza (1937), Pedra bonita (1938), Riacho doce (1939), Fogo morto (1943) e...

    850  Palavras | 4  Páginas

  • Capitaes de Areia - Livro

    RELAÇÕES COM OUTRAS OBRAS 1- “VIDAS SECAS”, de Graciliano Ramos - Caráter determinista das personagens Em ambos os livros há personagens que são retratos da exclusão social: Fabiano e sua família, em “Vidas Secas”, e os meninos abandonados, em “Capitães da Areia”, são pobres e marginalizados, tendo que fazer o máximo possível para sobreviver com as condições impostas pelo meio em que vivem. Desse modo, suas características psicológicas e personalidade são determinadas pelo ambiente em que vivem...

    3318  Palavras | 14  Páginas

  • Menino de Engenho (Livro)

    Menino de Engenho EU TINHA uns quatro anos no dia em que minha mãe morreu. Dormia no meu quarto, quando pela manhã acordei com um enorme barulho na casa toda. Eram gritos e gente correndo para todos os cantos. O quarto de dormir de meu pai estava cheio de pessoas que eu não conhecia. Corri para lá e vi minha mãe estendida no chão e meu pai caído em cima dela como um louco. A gente toda que estava ali olhava para o quadro como se estivesse a assistir a um espetáculo. Vi então que minha mãe estava...

    33363  Palavras | 134  Páginas

  • DOIDINHO TRABALHO

    pintura social brasileira. AUTOR • José Lins do Rego Cavalcanti  nasceu no dia 03 de Junho de 1901, na cidade de Pilar na Paraíba. • Veio de uma família de antigos “Senhores de Engenho”, e passou toda a sua infância em meio à realidade dos engenhos de cana-deaçúcar. • Estreia como romancista em 1932, com a obra “Menino de Engenho”. Depois seguiu o que chamou de “Ciclo da Cana-de-Açúcar” com os romances seguintes: “Doidinho”, • “Banguê”, Sua obra “O se Moleque caracteriza pela e denúncia Ricardo” “Usina”...

    701  Palavras | 3  Páginas

  • Fogo morto - josé lins do rego

    temas nacionais, uma linguagem mais brasileira, com um enfoque mais direto dos fatos marcados pelo Realismo – Naturalismo do século XIX. O romance focou o regionalismo, principalmente o nordestino, onde problemas como a seca, a migração, os problemas do trabalhador rural, a miséria, a ignorância foram ressaltados. Além do regionalismo, destacaram-se também outras temáticas, surgiu o romance urbano e psicológico, o romance poético-metafísico e a narrativa surrealista. A poesia da 2ª fase...

    2794  Palavras | 12  Páginas

  • Ficha de leitura - Menino de Engenho

    ________________________________________________________ Turma:__________ Valor: 10,0 Média:6,0 Nota: ______ Ficha de leitura: Menino de Engenho, de José Lins do Rego QUESTÃO 01 (1,0) Responda de acordo com a obra Menino de Engenho. a) O romance foi narrado em qual pessoa? ________________________________________________________________________ b) Onde se passa a história, o cenário da história. _____________...

    1652  Palavras | 7  Páginas

  • Tópicos de Informática

    COLÉGIO ESTADUAL CECÍLIA MEIRELLES ENSINO MÉDIO 3º ANO C ANA CAROLINA RODRIGUES CAETANO MACHADO SARA ZAIRA OLIVEIRA SANTOS ANÁLISE DO LIVRO DOIDINHO DE JOSÉ LINS DO REGO APARECIDA DE GOIÂNIA 2011 ANA CAROLINA RODRIGUES CAETANO MACHADO SARA ZAIRA OLIVEIRA SANTOS ANÁLISE DO LIVRO DOIDINHO DE JOSÉ LINS DO REGO Trabalho de Português para conclusão do 2º bimestre do curso 3º ano do Ensino Médio, no Colégio Estadual Cecília Meirelles ...

    2869  Palavras | 12  Páginas

  • Apresentação sobre Livros José Lins do Rego

    Resumos para apresentação sobre Livros José Lins do Rego DOIDINHO O título do livro é o apelido que Carlos Melo, agora com 12 anos, que narra as experiências do personagem como interno em um colégio severo. O grande sonho de Doidinho é voltar ao engenho Santa Rosa do avô José Paulino. Enquanto alimenta o desejo de voltar, tem oportunidade de ampliar as relações e o conhecimento: há os intrigantes, os maus, os protegidos, os pequenos pederastas. Conhece a amizade leal no personagem Coruja e...

    1025  Palavras | 5  Páginas

  • A representação da pobreza na obra menino de engenho de josé lins do rego e na música asa branca de luiz gonzaga

    A REPRESENTAÇÃO DA POBREZA NA OBRA MENINO DE ENGENHO DE JOSÉ LINS DO REGO E NA MÚSICA ASA BRANCA DE LUIS GONZAGA - HUMBERTO TEIXEIRA Ellen Josyanne Santos Nunes Lauriê Machado Pereira Acadêmicas do Curso de Letras Português Vespertino da Universidade Estadual de Montes Claros-Unimontes RESUMO O presente ensaio objetiva analisar a representação da pobreza na obra Menino de engenho de José Lins do Rego e na música Asa branca de Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira. Por meio de alguns aspectos...

    1298  Palavras | 6  Páginas

  • ANÁLISE DA LINGUAGEM DO POEMA-CANÇÃO "A VOLTA DA ASA BRANCA", DE LUIZ GONZAGA E SUA RELAÇÃO COM O REGIONALISMO DE 30.

    LINGUAGEM DO POEMA-CANÇÃO "A VOLTA DA ASA BRANCA", DE LUIZ GONZAGA E SUA RELAÇÃO COM O REGIONALISMO DE 30. PAU DOS FERROS/RN 2014 INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS PAU DOS FERROS CURSO: INFORMÁTICA DISCIPLINA: HISTÓRIA PROFª RHENA RAIZE PEIXOTO DE LIMA Carla Thaís de Lima Costa Análise da linguagem do poema-canção "A volta da Asa Branca", de Luiz Gonzaga e sua relação com o Regionalismo de 30. Artigo cientifico apresentado como requisito parcial para obtenção...

    1565  Palavras | 7  Páginas

  • José Lins do Rego

    deu início ao conhecido Ciclo da Cana-de-Açúcar com a obra: Menino de Engenho. Além deste livro escreveu Usina, uma narrativa descritiva do meio de vida nos engenhos e nas plantações de cana-de-açúcar do Nordeste.   Em sua segunda fase, José Lins do Rego escreveu romances que tinham como tema a vida rural. Deste período, fazem parte as seguintes obras: Pureza, Pedra Bonita, Riacho Doce e Agua Mãe.    No ano de 1943 publicou o livro Fogo Morto, considerado a sua obra-prima; posteriormente escreveu...

    724  Palavras | 3  Páginas

  • Menino de engenho - personagens

    protagonista. Órfão aos quatro anos tornou-se um menino melancólico, solitário e bastante introspectivo. De sexualidade exacerbada, mantém, aos doze anos, a sua primeira relação sexual, contraindo a “doença-do-mundo” – a popular gonorréia. Morava em Recife, antes de ir para o Engenho Santa Rosa, o qual ficou por oito anos. O engenho passou a ser tudo para ele. Apesar de Tia Maria cuidar dele como mãe, não davam-lhe notícias a respeito do pai. A solidão, para o menino, deixava falar o que ele guardava por dentro:...

    2306  Palavras | 10  Páginas

  • letras

     Curso: Letras UFSJ Literatura Brasileira: Regionalismo QUESTÕES SOBRE MENINO DE ENGENHO 1- Um aspecto da obra de José Lins é o seu biografismo. Memória e ficção seriam pólos que se disputariam. A ficção seria mais “romanesca” e, implicitamente, mais artística. O que podemos dizer sobre esse assunto, considerando Menino de engenho. “Menino de engenho” de Jose Lins do Rego é um romance autobiográfico, com características de escrita híbridas, ou seja, uma parte da obra é autobiográfica...

    1270  Palavras | 6  Páginas

  • Jose lins do rego e jose americo vida e obra

    ....................07 LINGUAGEM, LITERÁRIO E TEMAS......................................................................08 CICLO DA CANA-DE-AÇÚCAR...............................................................................09 ANÁLISE: Menino de engenho....................................................................................10 ANÁLISE: Banguê.......................................................................................................11 ANÁLISE: Fogo morto................

    4103  Palavras | 17  Páginas

  • a era vargas

    Regionalismo BRUNA MAYRLA A literatura regionalista, intencionalmente ou não, traduz peculiaridades locais, expressando os traços do momento histórico e da realidade social; nela, o local é abordado com amplitude, podendo-se falar tanto de um regionalismo urbano quanto de um regionalismo rural. A grande tendência da literatura regionalista é apresentar a tensão entre idílio e realismo, entre nação e região, oralidade e letra, campo e cidade, entre a visão nostálgica do passado e a denúncia das...

    1661  Palavras | 7  Páginas

  • Literatura goiana

    coluna para o jornal “Diário da Paraíba”, se formou em 1924. Nesse período ampliou seus contatos com o mundo literário. Em Alagoas teve contato com diversos escritores como Graciliano Ramos e Rachel de Queiroz.  Publicou seu primeiro livro em 1932, Menino de engenho, que se tornou grande sucesso, posteriormente publicou Doidinho (1933).  Após o sucesso de suas publicações, o editor José Olympio lhe propôs uma edição de 10 mil exemplares para o próximo romance.  O escritor, muito estimado pelo público...

    661  Palavras | 3  Páginas

  • Romance de 30

    uma visão alternativa do Brasil, os escritores usaram o romance como forma de denunciar as desigualdades e injustiças sociais. 2. O NORDESTE NO ROMANCE DE 30 A principal expressão do romance de 30 encontra-se no regionalismo nordestino representado por Graciliano Ramos, José Lins e Jorge Amado, abordando temas como a seca, o coronelismo, o cangaço, a disputa por terras e o fanatismo religioso, entre outros. Essa produção representa um movimento de naturalidade de nossa...

    1241  Palavras | 5  Páginas

  • Resumo do livro - O doidinho

    Identificação do Livro 1.1. Título: Doidinho 1.2. Autor(a): José Lins do Rego 1.3. Editora:José Olympio 1.4. Data da Edição: 41º edição-20062. Escolha do livro 2.1. Motivos que levaram à escolha do livro .Umas das melhores obras de josé lins do rego,onde termina o menino de engenho começa doidinho.3. Contextualização do Autor 3.1. Alguns dados biográficos José Lins do Rego nasceu em 1901, na Paraíba. A sua Obra teve início de inspiração do Século XX na época do engenhos. Publicou o “Menino do Engenho”...

    752  Palavras | 4  Páginas

  • josé lins do rego

    BIOGRAFIA José Lins do Rego Cavalcanti nasceu no dia 3 de julho de 1901, no Engenho Corredor em Pilar, PB, faleceu em 12 de setembro de 1957 no Rio de Janeiro, RJ. Filho de João do Rego Cavalcanti e Amélia Lins Cavalcanti, foi criado no engenho Corredor, de propriedade do avô materno, esse o criara devido à morte precoce da mãe. O romancista, jornalista e cronista, José Lins do Rego ingressou no Internato Nossa Senhora do Carmo aos oito anos e lá permaneceu por três anos. Por volta dos 17...

    685  Palavras | 3  Páginas

  • O regionalismo, graciliano ramos e a literatura brasileira

    O Regionalismo, Graciliano Ramos e a Literatura Brasileira A segunda fase modernista, também chamada de geração de 1930 , iniciou uma grande mudança colocando em ênfase a prosa, ocorrendo uma consolidação bem mais acentuada das ideias promulgadas pela primeira fase . A seca nordestina foi o alvo temático da referida geração bem como as causas sociais do Brasil. Por esta razão, esta fase foi considerada neorrealista , uma vez que retomou a observação que o...

    766  Palavras | 4  Páginas

  • José Lins do Rego

    na Paraíba. Veio de uma família de antigos “Senhores de Engenho”, e passou toda a sua infância em meio à realidade dos engenhos de cana-de-açúcar. Este contato que teve com a realidade do Nordeste lhe autorizou a escrever sobre esta realidade, muitas das vezes relatando suas próprias experiências. Foi escritor e jornalista e fez parte da segunda geração do modernismo brasileiro. Figura como um dos mais importantes romancistas do regionalismo modernista, ao lado de Graciliano Ramos e Érico Veríssimo...

    695  Palavras | 3  Páginas

  • livro o cabeleira

    é tomado de descomunal fúria e passa a atacar a população. O exército chega e cerca a região, para fugir, os três cruéis criminosos atiram-se no rio Capibaribe. A violência do Cabeleira é incentivada pelo pai desde tenra idade. Aos 16 anos o menino demonstra extrema crueldade. Nessa época, mata de forma violenta Chica, uma mameluca, companheira de Timóteo, dono de uma venda de artigos roubados. No segundo capítulo, conhece-se a fúria de Cabeleria – o narrador conta as primeira preozas do...

    1987  Palavras | 8  Páginas

  • Resenha

    DE JI-PARANÁ Disciplina: Comunicação e Expressão Professor: J. Martins ATIVIDADE: RESENHA Autor: José Lins do Rego TÍTULO DA OBRA: Menino de Engenho Editora: José Olympio – Rio de Janeiro – 80ª ed. 2001., págs. 146 José Lins do Rego Cavalcante, nasceu no Engenho Corredor em Pilar, município do estado da Paraíba, a 3 de junho de 1901. Muito jovem já revelara a veia literária e a vocação de escritor publicando vários artigos em suplementos literários...

    837  Palavras | 4  Páginas

  • O romance de 1930

    os trabalhadores do engenho de cana de açúcar e os habitantes do sertão. O livro tem um tom critico, onde valoriza a honra do sertanejo e denuncia desumanidade dos senhores do engenho. * Assim as obras desse período apresentam uma visão critica da realidade brasileira e levar o leitor a tomar consciência do subdesenvolvimento do país, onde se destaca o nordeste. Para tratar essa realidade os escritores retomam a dois momentos anteriores a prosa de ficção: - O regionalismo romântico, que vem o...

    2460  Palavras | 10  Páginas

  • Segunda fase do modernismo

    grave, assumindo uma postura séria em relação ao mundo, por cujas dores, consideravam-se responsável. Também caracterizou o romance dessa época, o encontro do autor com seu povo, havendo uma busca do homem brasileiro em diversas regiões, tornando o regionalismo importante. Destacam-se, na produção em prosa, os autores: Rachel de Queiroz; Jorge Amado; José Lins do Rego; Érico Verissimo; Graciliano Ramos; Palavras chaves: Nordeste, seca, ciclo açucareiro (Prosa) amor, saudade, cotidiano (poesia) ...

    2616  Palavras | 11  Páginas

  • Segunda Fase do Modernismo

    "Nosso tempo", que revela o estado de ânimo da parcela mais consciente da sociedade. Uma das principais características do romance brasileiro é o encontro do escritor com seu povo. Há uma busca do homem brasileiro nas diversas regiões, por isso o regionalismo ganha importância, com destaque às relações do personagem com o meio natural e social. Para mostrar a desigualdade, o descaso e a regionalização, alguns autores se destacam com obras-primas que relatam tais elementos. Um deles é Graciliano Ramos...

    791  Palavras | 4  Páginas

  • FOGO MORTO

    “Fogo morto" - resumo da obra de José Lins do Rego O regionalismo de 30 Publicado em 1943, Fogo Morto é a última obra-prima do regionalismo neo-realista surgido no Brasil durante a década de 30. A prosa de ficção dos anos 30 deu continuidade ao projeto dos primeiros modernistas, a chamada fase heróica, de 1922, de aprofundamento nos problemas brasileiros através de uma literatura regionalista, de caráter neo-realista, preocupada em apresentar os problemas e as desigualdades sociais do Brasil...

    5691  Palavras | 23  Páginas

  • O Movimento Regionalista

    Gilberto Freyre FREYRE, Gilberto. Manifesto regionalista. 7.ed. Recife: FUNDAJ, Ed. Massangana, 1996. p.47-75. Comentário: Antônio Dimas (USP) MANIFESTO REGIONALISTA O Manifesto que se segue foi lido no Primeiro Congresso Brasileiro de Regionalismo que se reuniu na cidade do Recife, durante o mês de fevereiro de 1926 e que foi o primeiro do gênero, não só no Brasil como na América, só depois do Congresso do Recife tendo se reunido nos Estados Unidos a Conferência Regionalista de Charlottesville...

    11355  Palavras | 46  Páginas

  • Modernismo

    José Lins era "o último dos contadores de histórias." Seu romance de estreia, Menino de Engenho (1932), foi publicado com dificuldade, todavia logo foi elogiado pela crítica. José Lins escreveu cinco livros a que nomeou "Ciclo da cana-de-açúcar", numa referência ao papel que nele ocupa a decadência do engenho açucareiro nordestino, visto de modo cada vez menos nostálgico e mais realista pelo autor: Menino de Engenho, Doidinho (1933), Bangüê (1934), O Moleque Ricardo (1935), e Usina (1936). Sua...

    1827  Palavras | 8  Páginas

  • José Lins do Rego

    Desenvolvimento Seu nome completo era José Lins do rego Cavalcanti, filho de João do Rego Cavalcanti e Amélia Lins Cavalcanti, que eram fazendeiros. Nasceu no dia 3 de julho de 1901 no Engenho Corredor em Pilar, na Paraíba. Com a morte precoce da mãe, José Lins foi criado por seu avô materno num engenho de açúcar. Aos oito anos ingressou no Internato Nossa Senhora do Carmo e lá permaneceu por três anos. No ano de 1912 estudou em João Pessoa, e nesse mesmo ano publicou seu primeiro artigo em...

    1258  Palavras | 6  Páginas

  • Modernismo

    grau de tensão nas relações do "eu" com o mundo; é o encontro do escritor com seu povo. Havia uma busca do homem brasileiro nas várias regiões, por isso, o regionalismo ganhou importância, com destaque às relações da personagem com o meio natural e social (seca, migração, problemas do trabalhador rural, miséria, ignorância). Além do regionalismo, destacaram-se também outras temáticas como o romance urbano e psicológico, o romance poético-metafísico e a narrativa surrealista. Os chamados “anos loucos”...

    2794  Palavras | 12  Páginas

  • MOdernismo

    Influenciados pelo Realismo do sculo XIX e pelo regionalismo romntico, os romancistas de 1930 investigaram as relaes sociais, denunciando a fome, a seca, a misria, a ignorncia a opresso, sobretudo do homem nordestino. Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Jos Lins do Rego, Jorge Amado e Erico Verssimo, entre outros, so os autores do chamado Neorrealismo ou Regionalismo modernista. Contexto histrico - Grande Depresso, causada pela quebra da bolsa de Nova York (Crise de 1929) - Deposio de Washington...

    786  Palavras | 4  Páginas

  • O Segundo momento modernista

    DE CARVALHO MEIRELES Nasceu em 07.11.1901 Rio de Janeiro - RJ Faleceu em 09.11.1964 Rio de Janeiro - RJ rf de pai e me desde os trs anos, foi criada pela av materna 1917 formou-se na Escola Normal do Rio (professora primria) 1919 Espectros 1 livro A partir da dcada de 30, leciona literatura brasileira em vrias universidades. CARACTERSTICAS Corrente espiritualista inspirao neo-simbolista (no incio) Intrusmo, introspeco, permanente viagem interior Sua obra reflete uma atmosfera de sonho, de...

    1695  Palavras | 7  Páginas

  • fichamento do livro Jogos Infantis Tizuko Mochida

    independência uma das outras. A autora deixa claro que sua intenção não é de esmiuçar essas hipóteses tampouco dissertar sobre a origem dos jogos tradicionais presentes no Brasil, mas sim de resgatar alguns jogos que fazem parte da tradição infantil do engenho de açúcar e das tribos indígenas, detectando a representação de infância presente nessas culturas e o papel desempenhado pelos jogos infantis. A maioria dos jogos tradicionais aglutinados à lúdica brasileira foi trazida pelos portugueses com uma...

    2582  Palavras | 11  Páginas

  • chiquinho

    SANDRA SANTOS SOUSA A CONSTRUÇÃO DO DISCURSO EM “CHIQUINHO” DE BALTASAR LOPES E “MENINO DE ENGENHO” DE JOSÉ LINS DO REGO LICENCIATURA EM ESTUDOS CABO-VERDIANOS E PORTUGUESES ISE – 2006. 2 TRABALHO CIENTÍFICO APRESENTADO NO ISE PARA OBTENÇÃO DE GRAU DE LICENCIADO, SOB A ORIENTAÇÃO DA Dra. MARIA VERÚCIA DE SOUZA (DOCENTE DO INSTITUTO SUPERIOR DE DUCAÇÃO) ...

    17211  Palavras | 69  Páginas

  • A PROSA NA SEGUNDA FASE DO MODERNISMO

    vividos pelo povo brasileiro. Portanto, nesse período, o romance é um retrato da realidade brasileira. Durante 1930 e 1945, o regionalismo ganha destaque dos autores, pois facilita essa retratação do povo brasileiro e ajuda a intensificar a relação entre os personagens e o meio onde vivem. O nordeste foi uma das regiões mais exploradas nos romances da época tendo seus engenhos e a seca retratados. Entre os mais importantes autores do período estão José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz...

    1491  Palavras | 6  Páginas

  • Resenha livro CASA GRANDE E SENZALA - Gilberto Freire

    em que viviam. A relação dos portugueses com o índio foi mais tranquilo do que ocorreu com os hispânicos na colonização Inca e Maias. O índio e toda a sua cultura foram modificados para que esse servisse de maquina (escravos) para os senhores de engenho. A igreja teve participação especial nessa desestruturação, impondo ao índio suas crenças e crédulos religiosos, modificando todo o pensamento indígena. O tupi guarani, foi o idioma utilizado para a unificação da identidade indígena. A cultura indígena...

    3514  Palavras | 15  Páginas

  • Geração de 30

    Andrade, que conheceu em 1924, e por Manuel Bandeira, a quem, no mesmo ano, enviou poemas. Publicou seu primeiro livro, Alguma Poesia, em 1930. Essa primeira fase de sua obra foi marcada por poemas irônicos, breves e coloquiais, como 'Quadrilha', 'Cota Zero', 'Cidadezinha Qualquer' ou 'No Meio do Caminho'.  2a. Reflexão e participação  Num segundo momento, em que sobressai o livro A Rosa do Povo (1945), a poesia de Drummond tornou-se mais reflexiva e participante, de teor social acentuado. Nessa...

    2795  Palavras | 12  Páginas

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