O papel do sociologo

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS
DEPARTAMENTO DE SOCIOLÓGIA E ANTROPOLÓGIA
CURSO: Ciências Sociais.
DISCIPLINA: Introdução à metodologia das Ciências Sociais – IMCS
PROFESSOR: Horácio Antunes de Sant’ Ana Júnior
ALUNO: João Petrus Neto


O Papel do SociólogoJoão Petrus Neto

MILLS, C. Wright. A imaginação sociológica. Trad. Waltensir Dutra. Rio de Janeiro: Zahar,
1965. Cap. 1: A Promessa, p. 9-32.
Palavra – chave: Capitalismo, humanidade, consciência.

O autor W. Mills neste primeiro capítulo dabelíssima obra “A imaginação sociológica”, onde expressa toda sua preocupação diante do que estava acontecendo naquela época no mundo, as colônias se libertando, as revoluções acontecendo, as democracias ficando restritas aos capitalistas, as massas sendo objeto de manobradas dos capitalistas, sendo usada pelo próprio sistema que determinava para onde era melhor conveniente os conduzir, via-se mudançaaté mesmo nas atitudes dos homens, que ficavam como que anestesiados, incapazes de perceber o que estava acontecendo a sua volta nem com a sua própria pessoa, tornando-se a grande vítima do que podemos chamar de desenvolvimento, que na verdade até poderia ser, até o é; mais como diz o autor, “Raramente têm consciência da complexa ligação entre suas vidas e o curso da história mundial; por isso, oshomens comuns não sabem, quase sempre, o que essa ligação significa para os tipos de ser em que estão se transformando e para o tipo de evolução histórica de que podem participar. Não dispõe da qualidade intelectual básica para sentir o jogo que se processa entre os homens e a sociedade, a biografia e a história o eu e o mundo.” (p.10)
É diante desce quadroque Mills observa e descreve, ele não ver outra solução, que se não o exercício do pensar a imaginação sociológica, que é o único modo de transformar as sociedades, é permitindo que o indivíduo tenha um senso crítico de como é formada as estruturas da sociedade, e ter uma visão mais ampliada de toda a situação, percebendo-se assim o poder que o homem pode proporcionar ao bem estar de todos osoutros, dando outra condição à humanidade, respeitando valores que tragam dignidade, passando a ter acesso a uma cultura de qualidade, acesso a intelectualidade e as artes em geral, o homem detentor desta capacidade, conhecedor, experimentador dessa imaginação sociológica é um homem privilegiado dentro desta sociedade de excluídos e miseráveis. Percebe-se também que existe outro lado que setrata de um pequeno grupo que detém o poder e que tem um interesse muito grande para que as massas continuem na obscuridade, porque, facilitam para os capitalistas, e os poucos que estão no ócio, são patrocinados por essa massa propositalmente de ignorantes. Numa outra observação outros autores alertam para o perigo que é o homem, e Mills rebate dizendo que a deficiência não é do homem, aponta queo erro está nas estruturas dos sistemas que compõe a sociedade, criando regras que só atendam aos interesses próprios, pois o homem em se, o individuo; não é problema, é este sistema que ao meu o ver está revolucionando o mundo e o homem. Transformando-o em um mero fantoche a serviço de uma elite capitalista e egoísta.O texto alerta para a velocidade com que está acontecendo os processos da informação e a dificuldade que a população tem de digerir esses bombardeios de notícias e todos os outros acontecimentos, que mundo está vivendo naquele momento com suas mutações, suas inquietações, diz também que o sistema capitalista é tão forte e tem...
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