O livro negro dos estados unidos

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UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS – UNISINOS
CURSO DE HISTÓRIA SEMESTRE: 2011/01
Modalidade - Educação a distância (EaD)
ATIVIDADE ACADÊMICA: Repensando as Américas
PROFESSORA: HELOISA JOCHIMS REICHEL
ALUNO: Ramires Santos

Ficha de leitura


Scowen, Peter. O livro negro dos Estados Unidos.
Trad: Maria Beatriz de Medina –
2ªed. Rio deJaneiro:Record,2003

1. Resumo:
O livro é uma analise dos “bastidores” e contextualização aos ataques do episódio 11 de setembro e a postura que o governo tomou como a batalha do Bem contra o Mal.
O autor na Introdução conta como sua irmã sobreviveu ao ataque as Torres e a aflição de sua família e amigos nos dias que se seguiram aos ataques. Relata também como a mídia e o governo se expressaram nestes diaspós- ataque e a postura por eles tomada.
O capitulo escolhido para fichamento foi “Certo e Errado”, neste momento do livro o autor relata os dias que se seguiram depois dos ataques e os movimentos que mídia, governo e universidades tomaram com relação ao ataque. Mostra também que aquele que não fosse favorável a idéia do governo era “silenciado” pelos “ouvintes e telespectadores” por seu amorincondicional ao EUA e a luta que se imprimiu do Bem contra o Mal.
Também neste capitulo, examina com olhar histórico critico alguns momentos históricos vividos pelos EUA desde o fim da Segunda Guerra Mundial, o ataque de Pearl Harbor, as bombas de Hiroshima e Nagasaki, Vietnã e Guerra do Golfo.
No final do capitulo relembra o leitor de alguns ideais que construíram o nacionalismo pulsante dosamericanos e quanto “O povo... reina no mundo político americano como a Divindade reina no universo. É a causa e a meta de todas as coisas, tudo vem dele e tudo é absorvido por ele” frase esta de Alexis Tocqueville após sua viagem aos EUA em 1831 e escreveu Democracia na América.
2. Objetivo:

O autor em seu capítulo “Certo e Errado” mostra o quanto o patriotismo americano renasceu com força pósataques de 11 de setembro e a maneira como deixaram de “ver” que a política externa de seu governo e os atentados tinham uma ligação.

3. Idéias principais:

“Em 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos da América foram atacados em seu próprio solo... Em 12 de setembro, George W. Bush, o presidente, anunciou que a América era uma vítima inocente do mal.” (p.15)

“George W. Bush anunciou queaquela seria uma batalha do bem contra o mal. Não queria justiça, e sim, vingança.” (p.15)

“Como explicou Bush um dia após os atentados, os Estados Unidos eram “fortes”; seu governo e seus negócios continuariam sem interrupções; e suas forças armadas vingariam a destruição, que fora causada por terroristas que haviam alvejado o país por ser “o mais luminoso farol de liberdade e oportunidade domundo”. (p.15)

“Este não foi apenas um ataque à cidade de Nova York ou aos Estados Unidos da América. Foi um ataque à própria idéia de uma sociedade livre, abrangente e civil... De um lado está a democracia, o estado de direito e o respeito à vida humana; do outro, tirania, execuções arbitrárias e a assassínios em massa. Estamos certos e eles errados. É simples assim” (p.16- Trecho do discursodo prefeito de Nova York Rudolph Giuliani)

“Neste conflito, não há terreno neutro. Se qualquer governo aceita fora-da-lei e os assassinos de inocentes, torna-se, ele também, fora-da-lei e assassino. E tomará este caminho solitário por sua própria conta e risco”. (p.17-Trecho do discurso do Presidente Bush)

“Os comentaristas avançaram ainda mais, usando a ocasião para anunciar piamente quenão havia mais necessidade de os Estados Unidos brincarem de relativismo cultural ou sentirem-se envergonhados de ser a maior de todas as nações do mundo. A era da autoflagelação americana terminara; os especialistas exultavam com sua cultura e democracia superiores às de qualquer país e, com certeza, melhores que tudo o que existia...” (p.27-28)

“Comentaristas mais radicais deixaram claro...
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