O homem como ser social

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  • Publicado : 30 de novembro de 2012
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O HOMEM COMO SER SOCIAL. 

“O homem é, por natureza, animal político”. Usei e abusei dessa frase que parece até frase de folhetim, de almanaque de tanto usada. Só agora me debrucei sobre ela e procurei debulhá-la, grão a grão, para refletir sobre suas causas e seus efeitos. 
 O ser humano pode “existir” isolado, mas não poderá “viver” sem a companhia de outros seres humanos que seintercambiam, se complementam na reciprocidade de suas ações na direção de um objetivo comum, no mínimo, a própria sobrevivência. 
Essa sociabilidade, antes restrita quando muito à sua “polis”, hoje transcende até aos espaços siderais; ignora barreiras, quaisquer que sejam seus matizes: políticos, étnicos, religiosos, culturais, e abarca todos num “todo”. 
Cada ato, cada gesto seu envolve pessoas e atéinstituições com e nas quais, como ser social convive. A sua vivência social se extrapola continuadamente, do simples casulo inicial (família) vai se ampliando e se expandindo, rompendo fronteiras, desconhecendo obstáculos antes intransponíveis beirando o horizonte do “quase sem fim”. 
Produto manufaturado artesanalmente num rústico tear, movido a pedais, de uma simples casinha do sertão cearensepode ser encontrado numa sofisticada loja londrina. Material de pesca industrializado numa fabrica robótica japonesa é usado nos encharcados do pantanal mato-grossense. Uma crise na bolsa imobiliária norte-americana faz tremer pobres choupanas tailandesas.   
A sociabilidade de hoje é globalizada, humilde filha de empregada doméstica do interior piauiense casa-se com industrial suíço, conhecidoacidentalmente no calçadão de Copacabana, mostrando que a interação social se expande com naturalidade. Padres missionários franceses se embrenham na selva amazônica na propagação do anúncio, comprovando que a “dimensão social ultrapassa o plano natural e se eleva ao plano espiritual”. 
O fenômeno da sociabilidade comprova a propensão do homem em viver em comunidade, mesmo que esta seja global. 
  Homo culturalis 
Do ponto de vista subjetivo, a cultura é o exercício das faculdades espirituais mediante a qual elas são colocadas em condições de dar frutos mais abundantes e melhores do que sua condição natural permita. Há muitos especialistas que buscam um definição precisa do que seja cultura. De maneira oposta á cultura é tudo aquilo que o homem adquire, ou mesmo produz com o uso de suasfaculdades. Todo o conjunto de saber ou fazer, ou seja, da ciência e da técnica. Em outras palavras a natureza é o dado originário que foi posto a disposição do homem. 

Do ponto de vista da origem a cultura é humana  social e laboriosa. A cultura é então uma hereditariedade cultural que o homem recebe e transmite. Do ponto de vista da forma a cultura é vista como; sensível, dinâmica, múltipla ecriativa. Do ponto de vista da finalidade, a cultura, é por algumas consideradas essencialmente religiosas se pensa que o seu objetivo último é Deus. Humanista afirma que seu alvo principal é o homem. Os naturalistas se a ela propõe como objetivo primário o desenvolvimento e a conquista da natureza. 

A religião é definida como dimensão do profundo em todas as funções da vida espiritual dohomem. Com está definição desaparece toda a definição entre domínio do sagrado e reino do profano. O cristianismo não faz parte da cultura nem da religião, ou seja, não é uma criação do homem. 

O cristianismo é a ação de Deus na história uma ação que acha o seu momento culminante na encarnação do filho de Deus em Jesus de Nazaré. O cristianismo é , portanto, encarnação humana de Deus e essaencarnação se realiza no que é mais perfeitamente humano. 

O homo faber
A opinião dos estudiosos é que a descoberta que mais contribuiu para elevar o homem ao estagio do home fabertinha sido a descoberta do fogo, que sem duvida foi a maior conquista da humanidade. N filosofia grega permaneceu uma consideração negativa acerca do trabalho. Platão exclui as artes do governo do estado. Aristóteles...
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