O escravismo e o feudalismo /crise do feudalismo e a rev. burguesa/

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  • Publicado : 14 de setembro de 2012
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Professora: Lívia Pequeno
Nome: yasmim F. Rabello de Sá nº 2402313
Fichamento o escravismo e o feudalismo/a crise do feudalismo e a revolução burguesa
2.4. O escravismo e o feudalismo
O modo de produção escravista que, configura o Mundo Antigo, perdurará até a queda do Império Romano.
É a possibilidade de um homem produzir mais do que consome, isso é : de produzir um excedente, que tornacompensador escravisá-lo; só vale a pena ter escravos se o seu proprietário poder extrair deles um produto excedente . O surgimento do excedente muda radicalmente as relações sociais: posto o excedente, vale a pena escravizar e explorar homens. Organiza-se agora a sociedade, através da força e da violência, em dois pólos: no cume, uma minoria de proprietários de terras e de escravos, na base, a massade homens que não tem sequer o direito de dispor da própria vida - e entre esses dois pólos gravitam camponeses e artesões livres. Como parte do excedente econômico toma a forma de mercadoria, o comércio começa a se desenvolver, implicando o aparecimento do dinheiro e de um grupo social dedicado à atividade mercantil.
Na sociedade escravista, as relações sociais eram presididas pelo antagonismoentre escravos e seus proprietários.
O apogeu do escravismo identifica-se com o apogeu do Império Romano e a crise deste será o golpe de morte no escravismo. A grandeza do Império reclamava um enorme excedente econômico para manter a repressão aos escravos, a submissão dos povos conquistados e o parasitismos dos grandes proprietários.
A centralização imperial foi substituída pela atomização dosfeudos, unidades econômico-sociais desse modo de produção: base territorial de uma economia fundada no trato da terra, o feudo pertencia a um nobre (senhor), que sujeitava os produtores diretos (servos); a terra arável era dividida entre a parte do senhor e a parte que, em troca de tributos e prestações, era ocupada pelos servos. A propriedade da terra constituía o fundamento da estrutura social:a sociedade se polarizava entre os senhores e os servos .
A condições servil dos camponeses era muito distinta da condição dos escravos- embora duramente explorados , dispunham de instrumentos de trabalho e retiravam seu sustento do que produziam nas glebas e nas terras comunas . A economia do feudalismo era essencialmente rural e autárquica: cada feudo envolvia uma ou mais aldeias, eradestinado ao autoconsumo . A ralação entre o servo e o senhor feudal implicava formalmente uma série de compromissos mútuos- a prestação de serviços pelo servos , a proteção da vida do servo pelo senhor.
No regime feudal o excedente produzido pelos servos era expropriado mediante o monopólio da violência exercido pelos senhores que, administravam a justiça no limite dos seus feudos.
O feudalismo, comsuas características principais inteiramente definidas: uma classe de produtores diretos, os servos, gerava um excedente agrícola significativo, senhores feudais, classe parasitária dedicada especialmente à caça e à guerra. Paralelamente, mantinha-se a produção para troca, centrada no trabalho artesanal, a estrutura social do feudalismo começa a se tornar mais complexa: os artesãos a pouco e poucose organizam e os comerciantes/mercadores também buscam mecanismos associativos.
O desenvolvimento do comércio não vai apenas romper com o caráter autárquico de economia do feudo e suas limitações. De uma parte estimulando o consumo da nobreza por mercadorias que não podiam ser obtidas por meio de saques ou guerras, mas trocadas por dinheiro, começará a conferir a este uma função privilegiada navida social, fomentando a atividade comercial entre regiões afastadas. Estimulará o surgimento de cidades, num original movimento urbanizador, pois é nas cidades que os núcleos das redes comerciais se localizarão. É no interior dessas relações que um grupo social começa a ganhar importância crescente: o dos comerciantes, movidos por um único objetivo, o lucro. É com eles que uma nova forma...
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