O caso dos denunciantes invejos

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UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA
UNIVERSO

O Caso dos Exploradores de Cavernas

Aluno: Edgley Márcio Alves da Silva

Trabalho realizado sobre O Caso de Exploradores de Cavernas através do Acadêmico do Curso de Direito do 1° Período: Edgley Márcio Alves da Silva, integrante da turma Nº 206_CSM/6-M1, para cumprimento curricular. Tendo como corretor e meritíssimo Professor Martorelli Dantas.A disseminação e o aguçamento são valores inquestionáveis, muitas vezes não percebidas no compromisso destes inafastávéis valores existentes no professor no que versa a relação entre alunos. Agradeço em proporcionar-me a ruptura do desconhecido em gerar intrinsecamente palavras em reconhecimento de um trabalho esplendoroso garantindo-me a certeza de um ótimo profissional amanhã.Excelentíssimo Senhor Doutor Martorelli Dantas, Juiz do Tribunal da Vara Criminal do Primeiro Período do Curso de Direito – Manhã/Universidade Salgado de Oliveira, Comarca de Recife, Estado de Pernambuco:

* Newgarth - Processo contra os Espeleólogos nesta Suprema Corte.

Eu, Edgley Márcio Alves da Silva, portador da matrícula 600314773, cadastrado no banco de dados de alunos devidamentematriculados desta Universidade interporei diante da Ilustríssima presença do Excelentíssimo Senhor Doutor Martorelli Dantas, Juiz do Tribunal da Vara Criminal do Primeiro Período do Curso de Direito redarguindo quanto às razões de justiça a seguir mantendo o espírito de nossa lei e não propiciando quanto a qualquer encorajamento à sua transgressão:

CONHECIMENTO DOS FATOS HISTÓRICOSCinco membros da uma Sociedade Espeleológica - uma organização amadorística de exploração de cavernas - adentraram em princípios de maio do ano de 4299 no interior de uma caverna de rocha calcária no Planalto Central. Já distantes da entrada da caverna ocorre um desmoronamento bloqueando sua única abertura tornando-se uma prisão subterrânea. Os exploradores haviam deixado indicações, casoalgum imprevisto ocorresse. Após a notificação por parte das famílias da ausência dos Espeleólogos, uma equipe de socorro foi prontamente enviada ao local de resgate, região remota e isolada demandando elevados gastos, concentrando vários trabalhadores, engenheiros, geólogos e outros técnicos no trabalho de desobstrução. No vigésimo dia a partir da ocorrência soube-se que os exploradores dispunhamde um rádio transistorizado estabelecendo-se contato com a superfície. Aqueles indagaram quanto ao tempo necessário para libertá-los e da probabilidade de subsistirem sem alimento após descrição de suas condições na caverna. Responderam-lhes que precisavam de pelo menos dez dias até o resgate e que havia escassa possibilidade de sobrevivência, o rádio então, dentro da caverna silenciou.Restabelecida a comunicação, Whetmore (Vítima), falando em seu próprio nome e em representação dos demais, indagou se eles seriam capazes de sobreviver por mais dez dias se alimentassem da carne de um dentre eles. O presidente da comissão respondeu, a contragosto, em sentido afirmativo. Whetmore inquiriu se seria aconselhável que tirassem a sorte para determinar qual dentre eles deveria ser sacrificado.Médicos, Autoridades Governamentais, Sacerdotes, enfim, nenhuma das pessoas integrantes da missão de salvamento opinou. Depois disto, não se receberam mais mensagens de dentro da caverna, supondo-se (erroneamente como depois se evidenciou) que as pilhas do rádio dos exploradores tinham-se descarregado. Quando os homens foram finalmente libertados soube-se que, no trigésimo terceiro dia após suaentrada na caverna, Whetmore tinha sido morto e servido de alimento a seus companheiros. Os acusados declaram que Whetmore foi o primeiro a propor que buscassem alimento na carne de um dentre eles bem como o primeiro a propor a forma de tirar a sorte, chamando através de um par de dados que casualmente trazia consigo. Whetmore declarou que desistia do acordo, o acusaram de violação do acordo...
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