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A Resistência ao Liberalismo Após a revolução liberal de 1820 em Portugal, surgiram oposições ao novo regime. Os absolutistas, na sua maioria nobreza e clero - classes privilegiadas, queriam a restauração do poder absoluto. Também entre os liberais, Haviam os mais moderados e os mais radicais.
As figuras que representavam os dois lados eram o D. Miguel - absolutista e o D. Pedro - liberalista, ambos filhos de D. João VI. D. Miguel apoiava a sua mãe D. Carlota Joaquina na defesa dos seus interesses absolutistas e na conservação dos seus privilégios e sua honra perante a corte e o país. Pelo contrario, D. Pedro - imperador do Brasil, influenciado pelos ideais liberais que levaram o Brasil à independência, queria a liberdade dos homens e a sua participação no governo.
D. Miguel ficou insatisfeito com a publicação da Constituição de 1822, revoltando-se demonstrativamente várias vezes, apoiando as revoluções, entretanto originadas em Espanha, ajudando os seus familiares maternos.
D. João tentava inúmeras vezes impedir essa atitude no príncipe, moderando a Constituição para que essa ficasse mais do seu agrado. Mas nem isso ajudava, pois D. Miguel planeou retirar o rei do trono, alegando falsas ameaças ao rei. Foi obrigado a retirar-se para o exílio em Viena de Áustria.
Após a morte de D. João VI, D.Pedro, nomeou a sua filha como rainha e pediu ao seu irmão D. Miguel para ele casar com a filha D. Maria e ser rei. Para agradar D. Miguel, a Constituição foi substituída pela Carta Constitucional, muito mais absolutista (feita pelo rei). D. Miguel concordou, mas logo que tomou posse do poder, restaurou o absolutismo.

Sabendo o que se estava a passar em Portugal, D. Pedro decidiu intrometer-se no assunto originando uma guerra civil. O golpe foi planeado nos Açores e foi aplicado no Porto.
A batalha foi vencida em 1834 pelos liberalistas e D. Miguel foi, definitivamente, mandado para o exílio do qual nunca mais regressou.
A Carta Constitucional foi

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