E.d estudos dirigidos

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NED – NÚCLEO DE ESTUDOS DIRIGIDOS


ATIVIDADE DISCURSIVA 1



Ano Letivo: 2012/2
Estudos Dirigidos 1
Habilidade: Compreender e Expressar
Tema: Arte e Cultura
Professora M.Sc. Jozanes Assunção Nunes




Caro(a) aluno(a),

Esta atividade discursiva vale 25% de sua frequência no ED 1. Antes de respondê-la, estude o Texto Teórico anexo a esta atividade.

Observações:1) O registro e o controle das frequências são feitos automaticamente pelo Portal Universitário - PU. Dessa forma, a frequência do aluno somente será registrada através da publicação correta da atividade. Não se esqueça de salvar e publicar a atividade ao concluir a tarefa.

2) Caso você não conclua toda a tarefa de uma só vez, você poderá salvá-la e publicá-la apenas quando concluí-la. Vocêtambém poderá fazer o texto em outro local e copiá-lo apenas quando for publicá-lo.

3) O manual do aluno/NED traz informações importantes, como estrutura pedagógica dos Estudos Dirigidos, dinâmicas das atividades, processo de avaliação, frequência, calendário escolar, entre outras. Leia-o com atenção e consulte-o sempre que tiver alguma dúvida.

Boa Atividade!




Habilidades queserão conferidas na 1ª questão
Operatória(s):
· Compreender o conteúdo do texto.
· Comparar textos analisando os aspectos temáticos e estruturais.

Específica(s) – (Diretrizes da Matriz Pedagógica NED):
· Identificar/Relacionar/Comentar diferentes ideias expressas no(s) texto(s);
· Perceber/explicitar semelhanças e/ou diferenças temáticas entre textos de gênerosdiferentes.

QUESTÃO 01


Assista à Reportagem da Band Cidade acerca de um projeto social que usa a dança e a cultura para tentar resgatar a cidadania de jovens carentes em Curitiba.

http://www.youtube.com/watch?v=AyTlIt6qtQQ





Caso não consiga acessar o site, leia a reportagem a seguir extraída da Revista Onda Jovem que também apresenta relatos de experiênciasbem-sucedidas de projetos envolvendo expressões artísticas que resultaram em melhor expectativa de vida para crianças e adolescentes.

Educação pela arte
Por Marco Roza


Em João Pessoa, o maior desafio de Lívia Marques Carvalho é lidar com o sentimento de desvalia que toma conta da juventude atendida na Casa Pequeno Davi e na Casa Menina Mulher. Ela diz que só depois que os jovens se integram é quese percebem como pessoas. Eles se motivam e são devolvidos ao mercado, geralmente desempregados, quando completam 18 anos. O que se torna mais um desafio. “Ensinamos a pescar, mas para dar certo o rio tem de ter peixe”, observa.
(...)
“Aproveitamos o envolvimento com a arte, que não tem isso de certo ou errado, para ajudar os jovens de baixa renda a aprender o que é a auto-estima”, explica. Osjovens aprendem estamparia, impressão de camisetas em serigrafia, fazer bijuterias e cangas, que a entidade coloca à venda. “O foco deles, na rua, é a subsistência. Pela arte, percebem que podem se colocar no que fazem, ganham confiança e descobrem que são cidadãos.”
(...)
A arte é poderosa também para mudar visões de mundo e combater a discriminação. Com essa certeza, a paulistana PatríciaTeixeira, professora do ensino médio, criou o Teatro da Inclusão. Tudo começou em 1999, a partir de contato que teve com alunos com necessidades especiais, na Escola Estadual Benjamin Constant. “Eles viviam em pequenos guetos, eram discriminados e discriminavam os demais alunos”, diz. Formada em Educação Artística e pós-graduanda em Psicologia Analítica, na PUC de São Paulo, ela decidiu usar as artescênicas para incluir jovens cegos nas atividades escolares.

A experiência deu tão certo que, em 2000, Patrícia a levou, num trabalho voluntário, para a Escola Estadual Caetano de Campos. Aproveitou o teatro disponível na escola e iniciou o projeto Teatro da Inclusão, com a peça “Retratos de Gerações”, que ela escreveu. “Discutir as diferenças promove a inclusão. Três jovens cegos atuaram. O...
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