A morte cerebral - um presente para a vida.

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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RIO VERDE
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO HOSPITALAR



ANDRÉA PEREIRA PINHEIRO









A MORTE CEREBRAL COMO O PRESENTE PARA A VIDA: EXPLORANDO PRÁTICAS CULTURAIS CONTEMPORÂNEASRIO VERDE - GO
2009


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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RIO VERDE
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO HOSPITALAR





ANDRÉA PEREIRA PINHEIRO









A MORTE CEREBRAL COMO O PRESENTE PARA A VIDA:EXPLORANDO PRÁTICAS CULTURAIS CONTEMPORÂNEAS






Atividade complementar da matéria Biossegurança e Bioética, necessária para obtenção do título de Gestor no Curso Superior de Tecnologia em Gestão Hospitalar do Instituto de Ensino Superior de Rio Verde - IESRIVER.












RIO VERDE - GO
2009




A MORTE CEREBRAL COMO UM PRESENTE PARA AVIDA.




O foco principal no texto está voltado para a morte encefálica e as discussões acerca da legitimação deste diagnóstico como solução em transplantes de órgãos. Para isso, o autor nos propõe uma reflexão sobre o significado da morte desde remotos tempos até os dias atuais já que este tema tem suas bases na história antiga, com diferentes perspectivas, principalmente no âmbitofilosófico e religioso.

Após análise do artigo, percebe-se a problemática acerca da legitimação de todo esse processo que envolve o diagnóstico preciso de morte cerebral, possíveis doadores/receptores e valores culturais e sociais agregados ao nosso cotidiano e surge um questionamento: Como encarar a morte como algo natural e consentir doação de órgãos, se, até mesmo, os profissionais dasaúde se preparam tão somente para manterem a vida, mesmo que artificialmente?
















































QUESTIONÁRIO




1- O tema proposto é analisado sob dois pontos de vista distintos. Comente:

O primeiro ponto seria a importância tecnológica e científica sobre a problemática em doações e transplantes de órgãos,observando-se conceitos de bioética e biodireito. O segundo ponto explorado se embasa em contextos culturais, filosóficos, sociais, políticos, econômicos, jurídicos, enfim, a possibilidade de se definir a morte cerebral como efetiva na doação de órgãos, está intrinsecamente relacionada a valores e práticas culturais.



2- O que possibilita definir a morte cerebral para a efetivação dadoação de órgãos na sociedade?

O surgimento do conceito de morte encefálica é que possibilitou o início da era dos transplantes de órgãos. Em todos os centros de transplantes de órgãos do mundo inteiro, com pesquisadores na área da neurologia, temos praticamente unanimidade em relação a esta verdade científica da morte do cérebro, como sendo a verdadeira morte do ser humano. Além da políticade transplantes no Brasil não atender com eficiência todos os casos, outro entrave seria a tendência de familiares, consentirem ou não, na doação. Quando bem orientados a respeito do conceito de morte encefálica e da finalidade humanística de doar, obtém-se o sucesso na captação de órgãos. E não podemos nos esquecer das habilidades comunicativas necessárias aos profissionais da saúde aorelacionarem-se com os familiares de doadores. Enfim, as práticas culturais, institucionais e de saúde induzem, até certo ponto, em diferentes perspectivas, culturais, sociais, jurídicas, filosóficas, econômicas, políticas, cada uma inserida a seu modo fazendo parte em um processo.



3- A maneira como o homem tem pensado a morte desde a antiguidade até a atualidade, poderia explicar os...
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