A crise mundial de 2008

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FACULDADE BILAC
SUPERIOR EM ADMINISTRAÇÃO

CRISE MUNDIAL DE 2008

GABRIELE

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
2012

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 2
2 ORIGEM DA CRISE 3
3 A CRISE FINANCEIRA NO MUNDO 4
4 IMPACTOS DA CRISE NO BRASIL 4
5 CONCLUSÃO 8
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 9

1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho busca apresentar as razões deflagradoras da crise econômica de 2008, cujas origens podemser traçadas no comportamento do mercado financeiro norte-americano e cujos efeitos atingiram escala mundial no curto período subsequente.
Assim como seus efeitos sobre a economia brasileira. Os efeitos da crise sobre a economia brasileira acabaram por “enterrar” a tese do descolamento dos países emergentes. Por um lado, observa-se de imediato a fragilidade financeira do setor privado comoresultado direto da crise, às voltas com um elevado endividamento. De outro, a maior preferência pela liquidez dos bancos gera um “empoçamento” da liquidez e uma diminuição no crescimento do crédito. Em resumo, a deterioração no estado de expectativas de firmas e bancos gera o temor de uma forte desaceleração, justamente quando a economia brasileira vinha passando por um de seus mais longos ciclos decrescimento dos últimos 28 anos. Analisaremos em específico, os efeitos da crise no Brasil avaliando as medidas adotadas pelo governo brasileiro para evitar uma desaceleração econômica mais aguda.

2 A ORIGEM DA CRISE
A causa da crise que vivemos foi o desequilíbrio na maior economia do mundo, os Estados Unidos. E os ataques de 11 de setembro têm a ver com isso. "Depois da ofensiva terrorista, ogoverno americano se envolveu em duas grandes guerras, no Iraque e Afeganistão, e começou a gastar mais do que deveria", diz Simão Davi Silber, professor do departamento de economia da Universidade de São Paulo (USP). Para piorar a situação, ao mesmo tempo em que o país investia dinheiro na guerra, a economia interna já não ia muito bem - uma das razões é que os Estados Unidos estavam importandomais do que exportando. Em vez de conter os gastos, os americanos receberam ajuda de países como China e Inglaterra. Com o dinheiro injetado pelo exterior, os bancos passaram a oferecer mais crédito, inclusive a clientes considerados de risco. Aproveitando-se da grande oferta a baixas taxas de juros, os consumidores compraram muito, principalmente imóveis, que começaram a valorizar. "A expansão docrédito financiou a bolha imobiliária, já que a grande procura elevou o preço dos imóveis", diz Silber. Porém, depois disso, chegou uma hora em que a taxa de juros começou a subir, diminuindo a procura pelos imóveis e derrubando os preços. Com isso, começou a inadimplência - afinal, as pessoas já não viam sentido em continuar pagando hipotecas exorbitantes quando as propriedades estavam valendocada vez menos.
Mais sobre o tema
Plano de aula
* Investigue com os estudantes o valor histórico do nosso dinheiro
* Blocos econômicos e sua influência na regionalização do espaço mundial
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* Globalização
* Como funciona o pedido de concordata?
Nesse momento, faltou dinheiro aos bancos, que em um primeiro momento foram ajudados pelo governo americano. Só que, ao mesmotempo, surgiram críticas a essa política de socorro aos banqueiros. Frente à pressão política, a Casa Branca decidiu que não ia mais interferir, deixando o banco Lehman Brothers quebrar. O fechamento do quarto maior banco de crédito dos Estados Unidos causou pânico e travou o crédito. Chegou a crise, que prejudica também o nosso país. Sem crédito internacional, também diminui o crédito no Brasil,caem as exportações e o preço das nossas mercadorias aumenta o risco e a taxa de juros. As recessões são recorrentes, mas essa é maior do que de costume. Uma crise dessa intensidade não é comum, a mais parecida com ela foi a de 1929.

3 A CRISE FINANCEIRA NO MUNDO

O mundo vive sua pior crise financeira desde 1929, naquele tempo e hoje conhecida como a grande depressão. Vê-se desde então a...
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