A cigarra e a formiga

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  • Publicado : 14 de maio de 2012
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Análise Interpretativa
A cigarra e a formiga
Porque não o equilíbrio?

A mesma história, porém com foco narrativo completamente diferente, a versão de La Fontaineescreve o escopo em forma de verso e Monteiro Lobato em prosa, porem nas duas histórias o narrador é observador, é uma fábula e os personagens são os animais ondeilustra vícios ou virtudes e termina com uma lição de moral.
A versão de La Fontaine reforça a tese de que o comportamento da formiga em relação à cigarra é o desupervalorizar o seu trabalho e menosprezar o da cigarra, para a formiga não faltam à cigarra habilidades e condições para incorporar o trabalho, sendo que ela prioriza outrasatividades e valores em sua vida e a formiga fica indignada com a falta de ação de trabalho da cigarra e, portanto responde com um tom irônico à situação que a cigarra secolocou.
A versão de Monteiro Lobato mostra que a formiga tem inveja da cigarra que canta, a formiga fala a verdade de uma forma grosseira deixando assim a cigarra naposição de vítima. Aqui a Arte (o canto) é exaltada em detrimento do trabalho excessivo. A inveja da formiga é explicitada pela sua frustração e não pelo prazer ao seutrabalho.
O propósito crítico contido na versão da fábula contada por La Fontaine, é que favorece apenas o momento presente em função daqueles que são previdentes e sepreocupam com o futuro. Nessa linha de pensamento, quem trabalha tem retornos melhores do que quem apenas se diverte.

BIBLIOGRAFIA

ZANCHETT, Nicéas Romeo, AsFábulas de Esopo. Rio de Janeiro-RJ.2009.
Blog Disponível em: <http://asfabulasdeesopo.blogspot.com.br/2009/04/cigarra-e-formiga.html>, acesso em: Março. 2012.
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