Valeriana

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Universidade Federal da Bahia
Campus Anísio Teixeira
Instituto Multidisciplinar em Saúde

Elaboração de parecer sobre eficácia e segurança de Valeriana officinalis
Erlan Canguçu
Fabrício Coqueiro
Maiana Bastos
Stéfany Pereira

Vitória da Conquista - Bahia
Abril/2012

Universidade Federal da Bahia
Campus Anísio Teixeira
Instituto Multidisciplinar em Saúde

Erlan Canguçu
FabrícioCoqueiro
Maiana Bastos
Stéfany Pereira

Elaboração de parecer sobre eficácia e segurança de Valeriana officinalis
Trabalho realizado para fins
avaliativos do componente
curricular Farmacognosia I,
ministrado pela docente
Patrícia Krepsky, com a
finalidade
de
buscar
informações de eficácia e
segurança da V. officinalis.

Vitória da Conquista - Bahia
Abril/2012

ÌndiceIntrodução

4

Objetivos

6

Métodos

7

Resultados

8

Discussão

11

Conclusão

12

Referencias Bibliográficas

13

1. Introdução

É preponderante que pesquisas envolvendo eficácia e segurança de drogas
vegetais e fitoterápicos sejam realizadas, visto que várias plantas usadas na medicina
popular ainda não foram submetidas a algum tipo de comprovação farmacológica eavaliação toxicológica. Nesse contexto, agências regulamentadoras de vários países têm
preonizado a realização de estudos que omprovem a eficácia e segurança de drogas
vegetais destinadas à produção de fitoterápicos. [1]
Atualmente, para que um medicamento fitoterápico seja aprovado e liberado
para o mercado consumidor, agências regulamentadoras, como o Food and Drug
Administration (FIDA) e aOrganization Economic Cooperation and Development
(OECD) e a Anvisa, exigem qualidade comprovada dos produtos, por meio de estudos
que demonstrem eficácia (Estudos de atividade farmacológica), segurança (estudos
toxicológico pré-clínicos) e ensaios clínicos, além de rigoroso controle de qualidade de
produção. [1]
No Brasil, diversas foram as regulamentações que noramatizaram a validação defitoterápicos. A mais recente é a resolução RDC nº 48/2004, que dispõe sobre o registro
de medicamentos fitoterápicos, validação de uso e indicação terapêutica. Essa resolução
preconiza que produtos utilizados para a saúde humana devem obrigatoriamente
apresentar, também, comprovação de segurança de uso e eficácia terapêutica, sendo que
os estudos de toxicologia pré-clínica devem atender asexigências estipuladas pelo
Conselho Nacional de Saúde – CNS, através do Guia, RE-90, para realização de estudos
de toxicidade pré-clínica de fitoterápicos. [1]
Todas essas normas de segurança, nacionais e internacionais, referem-se, assim,
aos testes toxicológicos pré-clínicos (animais) agudo (dose simples), como dose letal
50% (DL50) r subcrônico (doses múltiplas), além de clínicos (humanos:fase I,II,II).
Conforme legislações específicas, a realização de estudos clínicos deve ser conduzida
baseando-se nos resultados dos estudos pré-clínicos farmacológicos e toxicológicos, que
avaliam, respectivamente, a eficácia e segurança. [1]
Para produtos sintéticos, todas as fases desses estudos são realizadas antes da
aptocação do produto para a comercialização. De forma semelhante, para odesenvolvimento de um medicamento fitoterápico a partir de uma planta medicinal
tradicionalmente usada, faz-se necessário a realização de estudos pré-clínicos e clínicos,
de forma a garantir a segurança e eficácia do produto. [1]

Vale resaltar que, apesar das plantas medicinais serem medicinais serem de largo
emprego, poucas são aquelas que apresentam tais estudos, podendo representar,dessa
forma, risco ao usuário. No Brasil, existe relato de plantas tradicionalmente usadas pela
população na medicina popular em que, após terem sido submetidas a teste de
segurança, verificou a toxicidade. [1]
A Valeriana officinalis, usada na medicina, é uma dentre aproximadamente 250
espécies de valeriana que ocorrem em todo o mundo. Nariva na Europa, em zonas
temperadas da Ásia, é uma...
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