Trabalho engenharia de software

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Algumas pessoas dizem que a China e competitiva em exportações pois eles tem uma mão-de-obra barata, com certeza a problemas nesse campo. Porem o ambiente de negócios na China e muito favorável, a muitos empreendedores na parte de empréstimos para iniciar um negócio e subsídios em geral, para o “take-off” de empresas que gerarão empregos e divisões para o pais. O Ministério do comercio da Chinase empenha muito em apoiar os exportadores que recorrem a eles para atingir novos mercados, o próprio ministério disponibiliza serviços eficientes e gratuitos para empresários estrangeiros que buscam fornecedores na china.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1744650

Corrupção
O Governo chinês divulgou o primeiro "Livro Branco sobre a Corrupção" congratulando-se,hoje, quarta-feira, com os "sensíveis resultados" do combate à corrupção no país, uma das principais fontes de descontentamento popular na China. Mas reconheceu que o problema "ainda é muito grave".
O Livro Branco sobre a Corrupção explica que "até agora, o esforço da China para combater a corrupção tem produzido resultados sensíveis", acrescentando que entre 2005 e 2009 foram investigados "mais de69 200 casos de subornos comerciais, envolvendo 16 590 milhões de yuan (1890 milhões de euros)".
Neste Livro Branco é, ainda, referido que nos últimos sete anos, os procuradores chineses "investigaram mais de 240 mil casos de desvio de fundos, suborno, incumprimento de deveres e violação de direitos".
No entanto, o problema da corrupção "persiste, com alguns casos envolvendo largas somas dedinheiro. A situação ainda é muito grave (...) As violações da lei e da disciplina tendem a ser mais camufladas, inteligentes e complexas", reitera o Livro Branco.
O Partido Comunista Chinês assume o combate à corrupção como "uma questão de vida ou de morte" para a sua permanência no poder, mas avisa que se trata de "uma luta prolongada, árdua e complexa".
O Livro Branco apela, também, ao"envolvimento dos cidadãos" na luta contra a corrupção, nomeadamente através da Internet, considerada já "uma nova forma de supervisão por parte do público".

O Brasil está em 5º lugar na preferência dos investidores estrangeiros. A China vem em 1º lugar, seguida do México, Tigres Asiáticos e a Índia ("A opinião das múltis sobre o Brasil". VEJA, São Paulo: Ed. Abril, n. 1.838, 28.jan.2003, p. 80).
De1995 a 2002, a média anual de investimento direto estrangeiro no Brasil é de US$ 19,0 bilhões. Mas os investimentos começaram a cair a partir de 2000 e deverão reduzir-se a US$ 10,1 bilhões em 2003, segundo previsão do BCB.
O resultado dos investimentos diretos estrangeiros, realizados de 1995 a 2002, foi favorável (lucro) para 54% das múltis e negativo (prejuízo) para 46% delas. Esse índicenegativo é alto demais, segundo os especialistas.
As empresas estrangeiras em atividade no Brasil continuarão a direcionar investimentos em nossa economia nos próximos cinco anos, mas 80% pretendem investir mais em outros países.
O investimento direto estrangeiro na China em 2003 deverá ter chegado a US$ 57 bilhões. Jurgen Hambrecht, presidente mundial da BASF, anunciou ter programado investimentos naChina no valor US$ 6 bilhões, no período de 2000 a 2006; no Brasil, os investimentos se restringirão a US$ 500 milhões. Em 2000, o faturamento de empresas dos EUA na China atingiu US$ 7,2 bilhões na China diante de US$ 4,6 bilhões no México e US$ 1,85 no Brasil.
A Índia e a China conquistaram a preferência dos investidores porque descobriram o "elixir do crescimento", interpreta Dominic Wilson,da Goldman Sachs, autor de relatório sobre os "BRICS" (Brasil, Rússia, Índia e China). Nas últimas duas décadas, a China vem crescendo 8% ao ano e a Índia, 6% ao ano. Para colocar o Brasil no mesmo time da Índia e da China, os investidores precisam ter certeza das perspectivas de durabilidade do crescimento ora em fase de início, diz Wilson. É preciso estabelecer um padrão de crescimento, aduz...
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