Trabalho da laranja

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  • Publicado : 15 de janeiro de 2013
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Trabalho de Economia


A Crise na Europa e suas Consequências


















Nome: Diego Isidoro
Nome:Julio Cesar Fernandes de Freitas
Nome: Mariana Menezes de Linares
Nome: Rafael Peres






Introdução:
Há uma crise econômica e financeira grave no continente, que está atingindo principalmente os países do grupo denominado“PIIGS” – Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha. A Grécia, então, está na berlinda dos endividados. A situação lá, porém, pode causar efeitos negativos em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Mas como tudo começou? As origens da crise europeia estão na grande crise que afetou a economia mundial em 2008, que obviamente agravou os problemas financeiros de algumas nações menos abastadas daUnião Europeia (UE). Para evitar a quebra desses países, os governos prepararam pacotes bilionários de ajuda, mas a medida não conseguiu aumentar a arrecadação, apenas gerando mais dívidas.
A crise se espalhou pelos quatro cantos do mundo, derrubando índices das bolsas de valores e criando um clima de pessimismo na esfera econômica mundial.














Desenvolvimento:Endividamento público elevado, principalmente de países como a Grécia, Portugal, Espanha, Itália e Irlanda. Falta de coordenação política da União Europeia para resolver questões de endividamento público das nações do bloco são algumas das causas da crise européia.


Na Grécia o caso é ainda mais delicado. A nação que já foi considerada um império, berço da civilização ocidental, hojeestá com suas finanças quase em ruínas, amargando um rombo nas contas públicas, cujo valor chega a 113% do seu Produto Interno Bruto (PIB). Como bem sabemos, o PIB é a soma de todas as riquezas produzidas num país. Então, mesmo se usassem tudo o que produziram em um ano para pagar as dívidas, os gregos ainda estariam com as contas no vermelho. E se isso se estender por dois anos, o país pode até serexpulso da UE.
O cenário é tão crítico que motivou a UE e o Fundo Monetário Internacional (FMI), que funciona como um banco mundial, a proporem uma ajuda de 110 bilhões de euros para os gregos. Deste total, 19,5 bilhões já foram liberados nos últimos dias. A iniciativa, no entanto, provocou muita instabilidade nas bolsas de valores ao redor do planeta, que vêm sofrendo constantes quedas desdeo início do ano por conta do anúncio desses empréstimos. A boa notícia até agora é que a parcela mais alta e mais recente deste pacote fez as bolsas europeias registrarem uma recuperação no pregão da última terça-feira, 19 de maio.

Mas, apesar de a Grécia já ter recebido uma boa quantia de dinheiro e, com isso, começar a pagar parte de suas dívidas, é necessário ter cautela com essaintervenção da UE pois o excesso de intervenção direta dos governos, como mais regulação, pode atrapalhar mais que ajudar. Isso gera incerteza ainda maior nos agentes de mercado, e pode engessar as inovações e o progresso. No momento, a saída para os problemas fiscais na Europa pode vir de um aperto nas contas públicas, ainda que isso signifique uma maior lentidão no crescimento econômico dos países do“PIIGS”. O remédio receitado pela UE para a Grécia inclui o congelamento de salários até 2013, o fim do 13º para servidores públicos e pensionistas e o aumento da idade mínima para aposentadoria – tudo para reduzir energicamente os gastos.






























Consequencias da crise no mundo
O Fundo Monetário Internacional (FMI) fez um alerta,dizendo que se não houver rapidez para se lidar com a crise econômica na Europa, ela pode ter graves consequências em todo o mundo.
Segundo o FMI, a zona do euro precisa tomar uma ação decisiva que impeça que a crise se espalhe para fora da Europa e que restaure a confiança no bloco.
O órgão deixou claro que países como Grécia, Irlanda e Portugal precisam se manter fiéis às medidas...
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