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PSCT 2012 | Processo Seletivo para os Cursos Técnicos
Edital
Edital Nº 124/2011 de 23 de agosto de 2011

Caderno de Questões
PARA OS CURSOS TÉCNICOS SUBSEQUENTES

OBSERVAÇÕES
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES


Este caderno tem um total de 40 (quarenta) questões, distribuídas da seguinte forma:
questões,
Questões de 01 a 20: Língua Portuguesa;
Questões de 21 a 40: Matemática.

•Verifique se este caderno está completo.



Para cada questão são apresentadas cinco alternativas de resposta (a, b, c, d, e), sendo que o
candidato deverá escolher apenas uma e, utilizando caneta esferográfica azul ou preta,
preencher o círculo (bolha) correspondente no cartão-resposta.



As respostas das questões deverão, obrigatoriamente, ser transcritas para o cartão-resposta,
que seráo único documento válido utilizado na correção eletrônica.



Verifique se os dados constantes no cartão-resposta estão corretos e, se contiver algum erro,
stão
comunique
comunique o fato imediatamente ao aplicador/fiscal.



O candidato terá o tempo máximo de 03 (três) horas para responder a todas as questões deste
caderno e preencher o cartão-resposta.
resposta



NÃO HAVERÁSUBSTITUIÇÃO, sob qualquer hipótese, deste caderno, nem do cartão-resposta.
sob
artão



Não
Não serão dadas explicações durante a aplicação da prova.
BOA PROVA!
COORDENAÇÃO PERMANENTE DE CONCURSOS PÚBLICOS
João
João Pessoa, PB, 04 de dezembro de 2011

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA | PSCT 2012 | Edital Nº 124/2011

LÍNGUA PORTUGUESA
Texto I
OGRANDE PASSEIO

5

Era uma velha sequinha que, doce e obstinada, não parecia compreender que estava só no
mundo. Os olhos lacrimejavam sempre, as mãos repousavam sobre o vestido preto e opaco, velho
documento de sua vida. [...] Achava sempre onde dormir, casa de um, casa de outro. Quando lhe
perguntavam o nome, dizia com a voz purificada pela fraqueza e por longuíssimos anos de boa
educação:− Mocinha.
As pessoas sorriam. Contente pelo interesse despertado, explicava:
− Nome, nome mesmo, é Margarida. [...]

10

Tivera pai, mãe, marido, dois filhos. Todos aos poucos tinham morrido. [...] Quando lhe davam
alguma esmola davam-lhe pouca, pois ela era pequena e realmente não precisava comer muito. [...]

15

Dormia agora, não se sabia mais por que motivo, no quarto dos fundosde uma casa grande,
numa rua larga cheia de árvores, em Botafogo. [...] É que também se tratava de uma velha misteriosa.
Levantava-se de madrugada, arrumava sua cama de anão e disparava lépida como se a casa estivesse
pegando fogo. Ninguém sabia por onde andava. Um dia uma das moças da casa perguntou-lhe o que
andava fazendo. Respondeu com um sorriso gentil:
− Passeando.
Sua vida corria assimsem atropelos, quando a família da casa de Botafogo um dia surpreendeuse de tê-la em casa há tanto tempo, e achou que assim também era demais.
[...]

20

Quando, pois, o filho da casa foi com a namorada e as duas irmãs passar um fim-de-semana em
Petrópolis, levou a velha no carro. [...]
Ainda no escuro, a moça veio chamá-la, de lenço amarrado na cabeça e já de maleta na mão.Inesperadamente Mocinha pediu uns instantes para pentear bem os cabelos. [...]
A viagem foi muito bonita.[...]

25

Quando Mocinha acordou não sabia mais aonde estava. A estrada já havia amanhecido
totalmente: era estreita e perigosa. [...]
Foi quando Mocinha começou finalmente a não entender. Que fazia ela no carro? [...]
O rapaz disse para as irmãs:

30

− Acho melhor não pararmos defronte, paraevitar histórias. Ela salta do carro, a gente ensina
aonde é, ela vai sozinha e dá o recado de que é pra ficar. [...]
− Olha, Mocinha, você entra por aquele beco e não há como errar: na casa de tijolo vermelho,
você pergunta por Arnaldo, meu irmão, ouviu? Arnaldo. Diz que lá em casa você não podia mais ficar,
diz que na casa de Arnaldo tem lugar e que você até pode vigiar um pouco o garoto,...
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