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| Serviço social - Manhã/1B, sala 1202 Professora: Alice - TIDIR Aluna: Sarah Lânnatha de Almeida Fichamento |

Revista do Observatório do Milênio de Belo Horizonte
Ano03/edição3/junho de 2012/Os limites de Belo Horizonte e os limites da luz/Limites Oeste. Bairro Glalijá(Belo Horizonte)/Bairro JK ( Contagem),alvorada./ p64
“ Expansão urbana ordenada pela lógica do capital,segundo a qual quem pode pagar mais mora perto das ou nas regiões em que são ofertados os melhores serviços, e falhas na politica de planejamento conjunto metropolitano são pelo menos dos fatores queajudam a explicar os inúmeros problemas socioeconômico , politico, culturais e simbólicos experimentados do cotidiano dos habitantes desses limites. Como destaca Lefebvre(2008), o espaço (e suaconsequente organização)
é politico e ideológico(...), um produto social.(...) A burguesia, classe dominante, dispõe de um duplo poder sobre o espaço: primeiro, pela propriedade privada do solo, que segeneraliza por todo o espaço, com exceção dos direitos das coletividades e do Estado. Em segundo lugar, os direitos da coletividade, a saber, o conhecimento, a estratégia, a ação do próprio Estado.
Esseargumento é corroborado por Haesbaert ( 2004), ao enfatizar que
enquanto uma elite globalizada tem a opção de escolher entre os territórios que melhor lhe aprouver, vivenciando afetivamente umamultiterritorialidade, outros, na base da pirâmide social, não tem sequer a opção do “primeiro” território como abrigo, fundamento mínimo de sua reprodução física cotidiana. ”
Esse trecho da revista doobservatório me chamou atenção, por estarmos estudo os direitos humanos, esse episodio é bem peculiar pois já bem conhecido, o famoso, quem tem mais tem o melhor, vive melhor, e o que tem menos cada vezfica com menos ainda e vive em regiões paupérrima, formando assim a favelização, por isso ocorre o conflito socioeconômico nas regiões dos limites das cidades, como Haesbaert coloca o cidadão não...
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